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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Resposta

                                


Recebi e-mail com o seguinte comentário sobre postagem cujo título é "Paula Fernandes"; escrita hoje mesmo: 
"Foram atos individuais e de "crianças". E devem ser tratados como tal. Não expressam o modo de agir da Religião em questão, que é neutra em qualquer assunto referente a política e assuntos públicos".
Primeiro agradeço ao distinto leitor ou leitora pelo comentário e, segundo, discordo de seu ponto de vista; explico sob minha óptica e sempre com respeito aos que pensam diferente de mim.
Se foram atos individuais, sim, claro. De "crianças", não sei, talvez adultos infantilizados com mentalidade fraca e manipulada por quem detém o poder.
Dizer que não expressam o modo de agir da Religião? Desculpe, discordo mais uma vez.
Pois é exatamente esse o modo de agir da Religião; vociferar contra aquilo ou aqueles que são diferentes daquilo que pensam e vivem como se somente seu modo de agir fosse o correto.
Esse modo de agir não aceita e muitas vezes não respeita outras formas de religião ou crenças e investe violentamente contra elas.
Desculpe mais uma vez, mas discordo quando diz que é neutra em qualquer assunto referente à política e assuntos públicos.
A bancada evangélica é muito grande e forte em Brasília; são deputados, vereadores, senadores e afins. Nas eleições para prefeito de São Paulo havia propaganda política sendo paga e apoiada pelo Senhor Valdemiro, que apoiava um pastor de sua congregação. Isso é política.
Vejo igrejas evangélicas, seus pastores e fieis querendo curar e se dizendo capazes de "curar" gays. Desde quando homossexualismo é doença?!
Isso é assunto público, ou não?
Se a Religião, qualquer Religião, se dedicasse exclusivamente ao seu papel primordial, que é fazer o bem e ajudar o próximo, entre outros, não haveria tantos problemas e intolerância.
Mas a Religião tem se metido em assuntos públicos e se envolvido com a política desde que o mundo é mundo, haja vista a ligação entre o poderoso Clero e a Nobreza na Idade Média e a supra citada bancada evangélica em Brasília nos tempos atuais.
Não me estenderei mais, quero apenas responder ao comentário deixado e agradecer mais uma vez.
Obrigada.


                              














quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Filmes

                            


Gosto de filmes, principalmente os com histórias simples, bonitas e verossímeis. Não gosto dos Block Busters, cheios de explosões e efeitos especiais mirabolantes onde um cara sozinho mata a quadrilha de vilões e salva o planeta e isso sem desmanchar o penteado.
Eu gostava das Panteras, o Incrível Hulk, A Mulher Maravilha, Os Gatões, O Agente 86, A Feiticeira, Jeannie é um Gênio, A mulher biônica, O homem de seis milhões de dólares e muitos outros.
Eu queria ter a força do braço direito dos biônicos, a velocidade das pernas, o ouvido biônico e o olho biônico. Já pensou? Nem precisaria ir de carro para os lugares, bastava correr. Ver de longe o que está acontecendo e ouvir as fofocas do povo, não que eu goste, claro. Mas ia ser muito legal. Achava a mulher biônica meio melancólica e o homem biônico meio brutamontes.
Achava o marido da Feiticeira muito machista, pois a proibia de usar seus poderes mágicos, mas tinha a sogra para lhe infernizar a vida. Era engraçado.
Jeannie é um gênio era meio abestada e atrapalhada, só fazia burrada e metia seu amo em encrencas. Era a típica "lôra burra".
Eu adorava esses filmes e viajava na imaginação.
É isso.