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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Fãs Fanáticas

Shemar Moore
                              


Assistia ontem ao Fantástico, que foi bom, pois não tinha muita babaquice com bandinhas adolescentes estrangeiras e moças estéricas berrando.
Mas teve uma boa matéria sobre fãs e a análise de uma psicóloga.
É normal gostar de celebridades, sejam elas cantores, atores, atletas etc..., mas têm fãs que ultrapassam a tênue linha entre normalidade e exagero fanático.
Muitas e muitos fãs sonham em se casar com seu ídolo e só porque o encontraram em seu camarim por alguns segundos, já acham que o conhecem intimamente e que ficarão eternamente amigos dele.
Duas fãs de Gustavo Lima, é com um T só, souberam que ele ficara noivo e odiaram a ideia, ficaram com raiva da moça que nem conhecem. Isso é fanatismo.
Outras fãs mostravam um chiclete mascado pelo Luan Santana e disseram com muita propriedade que aquilo representa muito para elas. Nojento!
Essas moças trabalham, estudam, fazem alguma coisa da vida?
A psicóloga disse que em casos muito exagerados, muitos fãs deixam de viver a própria vida para viver só para seu ídolo. Compram tudo a respeito do ídolo, falam o tempo todo do dito cujo e fogem da realidade.
Eu gosto do Lobão, Marcelo Tas, Bono, Denzel Washington e Shemar Moore, dois "negão" lindos, mas não vivo minha vida em função deles e muito menos sonho em casar com eles! Pelo amor de Deus!
Realidade e fantasia se confundem e mentes fracas não sabem ou não querem distinguir uma da outra.
É isso.

Denzel Washington
                               

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Cantoras e Cantores

                                            


Aconteceu no Brasil, em São Paulo, pela primeira vez o Festival Lollapalooza. 
Muito Rock ´n Roll do bom.
Li entrevista no Estadão com a cantora cinquentona Joan Jett e ela falou sobre a diferença entre cantores e artistas atuais com os de sua época de roqueira iniciante.
Segunda a roqueira americana, a mulher tinha pouco espaço na música, sofria preconceito dos machistas de plantão e tinha que provar que sabia tocar e cantar de verdade, bem ao contrário do que acontece hoje.
As cantoras atuais, a maioria delas, são apenas rostinhos e corpinhos bonitos e super produzidos; talento aqui é o que menos importa.
Os clipes de música de antes eram simples e de baixo custo, bem ao contrário das mega produções dos clipes milionários atuais com mais do mesmo: moças seminuas, rebolativas e cantores fazendo apologia ao sexo, drogas e tratando a mulher como mero objeto sexual.
As produções musicais de hoje são descartáveis, são músicas chiclete que duram uma temporada e depois somem, graças a Deus. Não vejo a hora de parar de ouvir "Ai se eu te pego..." e "Tchere tche the..."  
Mas logo surgem novas pérolas.