Mostrando postagens com marcador divertido. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador divertido. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de novembro de 2013

Curto-circuito

                                  



Sexta-feira chuvosa e dez graus a menos na temperatura; gosto assim.
Levei o carro para fazer a inspeção veicular e me perdi na volta. Isso tem acontecido muito, recentemente. Dá uns "apagão" e me desoriento; deve ter algum fio solto, algum curto-circuito no meu cérebro. Sei lá.
Encontrei o caminho de volta, peguei um trânsito danado e fui ao banco para pagar umas contas. Levei comigo o código de barras e o dinheiro mas não puder pagar uma das contas. Me arretei.
E por que não posso pagar uma conta se estou em uma agência bancária?! Só se eu tivesse conta naquele bendito banco e aí sim poderia "estar efetuando o pagamento".
Vai pro inferno!, pensei comigo.
A gente fica um tempão esquentando cadeira pra quando finalmente chega a nossa vez a gente não pode fazer nada! Oxe!
Saí do banco injuriada e deveria ir a outro banco para pagar outra conta vencida, mas era quase quatro da tarde e eu ainda tinha que ir ao supermercado.
Deixei para segunda-feira. 
Fiz as compras, encarei mais trânsito e voltei para casa munida de ração seca e molhada entre outras coisas.
Alimentei a gataiada e me deitei no sofá. Adormeci.
Eu estava bem até o início da tarde mas depois o corpo começou a doer: resultado do tombo que levei ontem. Explico.
Era de madrugada e acordo com a briga dos gatos. Boreal cismou com Tutti Frutti, uma gata mais velha que pertencia a um conhecido meu e que veio morar comigo. A gata, não o conhecido, graças a Deus.
Levantei o mais rápido que pude e fui até a cozinha; caí no caminho. Tive alguma dificuldade para me levantar, mas consegui e voltei para a cama sem sentir nada demais. 
O "sentimento" veio hoje. Comecei a sentir dores pelo corpo e demorei a relacionar as dores com o tombo de ontem. Ando meio lerda ultimamente.
Mas não é nada demais, logo passará.
Bom...
Já é tarde e vou para a cama; hoje terá bingo na casa da minha irmã Rosi e é sempre divertido, vou preparar bolo e cookies para levar.
Minha sobrinha Maria Julia pediu que eu fizesse cookies e eu farei logo pela manhã.
Farei brownie e cookies.
É isso.





                                           


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Bingo

                            


Adoramos jogar bingo e minha irmã Rosi sempre faz bingos com produtos Avon, Natura, De Millus e outras coisas, como potes plásticos do tipo Tupperware (tapué).
É muito divertido, têm comes e bebes e causos contados repetidamente pelo meu irmão Fubá, mas que todo mundo ri mesmo assim.
Mamãe também gostava de bingo e improvisávamos jogando  a cartela a um real e marcando os números com caroços de feijão.
Mamãe trapaceava, pagava uma cartela e jogava com quatro ou cinco; ela as escondia sob o livro que usava como apoio para a cartela. Mas ela batia, ganhava o prêmio e pagava a próxima para todos os presentes. Resumindo, ela não aproveitava o prêmio.
Ontem fui com minha irmã Rosi à última reunião do ano da Natura e teve brindes e bingo; foi divertido.
Ri muito com as senhorinhas reclamando que não tinham ganho nada, dizendo que venderiam os brindes ganhos e outras coisas.
Durante a reunião toca o celular de uma consultora, ela atende e diz: "Estou na reunião, posso atender agora não!". Todos os presentes riram.
Uma senhora puxa conversa, fala, fala e fala. Ela ganhou vários brindes, e disse: "Lavei a égua! Vou fazer kits e vou vender tudinho! Tem que fazer dinheiro, não é?"
Concordei com a simpática e falante senhora.
Foi-nos dado brindes embrulhados em graciosas embalagens e a consultora disse para não abrirmos, pois os brindes não eram nossos, e a senhora falante disse: "Vou devolver não!". Mas depois entendemos o que seria feito: cada uma daria seu presente para a pessoa ao seu lado; uma simples troca de presentes.
Durante o bingo essa mesma senhora reclamou do modo como o número três foi chamado e confesso que até eu me confundi. A consultora diz: "Número zero três" e todos os presentes pararam por alguns segundos tentando entender. Estamos habituados a um determinado padrão e quando muda-se algo, o estranhamento acontece.
A senhora disse: "Zero três? Aqui não tem o zero!".
Foi muito divertido e disse à minha irmã para me chamar quando tiver esses bingos.
É isso.