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domingo, 13 de maio de 2012

Ressonância Magnética

                                          


Retornei ontem ao laboratório para fazer a ressonância magnética que deveria ter sido feita domingo passado, mas não consegui.
Ontem eu consegui, graças a Deus. Foram necessárias apenas três picadas até encontrar minhas veias. 
Deitei na cama do aparelho e uma enfermeira me dá uma campainha para apertar caso eu precise de alguma coisa enquanto a outra prende minha cabeça com uns aparelhos estranhos, para evitar que eu me mexa e atrapalhe o exame.
Elas saem da sala e me recomendam fechar os olhos quando o exame começar. O barulho que a máquina faz parece com aquelas músicas bate-estaca de balada; não sei como as pessoas aguentam aquele barulho repetitivo e aquelas luzes piscantes, é dor de cabeça na certa.
O exame prossegue e por um momento me dá um certo temor, um desconforto e uma vontade louca de sair dali. Fico pensando: "E se acontecer alguma coisa, como vou sair daqui, minha cabeça está presa à essa máquina?!"
Digo para mim mesma: "Paremos de frescura! Já fiz esse exame dezenas e dezenas de vezes!".
Afasto o pensamento medroso contando o tempo da "música" emitida pelo aparelho e calculo que em breve a enfermeira entrará na sala para aplicar o contraste; ela entra e reinicio a contagem do tempo musical. O exame termina, graças a Deus, e a enfermeira me ajuda a ir até a sala para eu trocar de roupa; ela me pergunta se estou acompanhada e eu digo que sim, mas eu não estava.
Tudo bem. Esperei um pouco, tomei água, fui ao banheiro lavar o rosto e saí de lá tranquilamente. Estacionamento lotadíssimo e digo para mim mesma que nunca mais agendo exames de dia de sábado, mas é que foi necessário. 
Volto para casa e tomo um bom, quente, doce na medida e forte café. Melhorei.
À tarde fomos para Santo André, no ABC Paulista, para o primeiro desfile de Beatriz e foi muito divertido; rimos muito, torcemos por Bibi, claro, e voltamos para casa.
Dias Melhores Virão.
É isso.