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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Azaleias

                              

Fui à Casa Lotérica que fica no Carrefour da Vila Maria/Vila Guilherme; fiz minha fezinha e conferi os jogos dos sorteios anteriores.
A moça que me atendeu me ofereceu outros jogos: Lotomania, Quina, Time mania etc...
Recusei e joguei apenas na Mega Sena, não conheço muito sobre jogos e também não tinha dinheiro para todos. Estou no início da minha carreira de tentar a sorte.
Depois fui a um stand que faz cópias de chaves, vende bugigangas, adesivos para colar no carro e baterias.
Troquei a bateria do meu aparelho de medir glicemia e saindo de lá, comprei um sorvete de casquinha do McDonald´s. São as únicas coisas que gosto de lá, sorvete e batata frita.
Comprei uma graciosa azaleia e amanhã a plantarei em um vaso maior. Aliás, iria comprar o vaso no Carrefour ou Extra, mas com o preço cobrado por eles, dá para comprar uns seis vasos na Roland Garros. O saco de cinco quilos de terra custa doze reais e encontro por cinco reais no mesmo endereço.
Pagamos mais caro para compensar a praticidade de achar tudo em um lugar só e o conforto do ar condicionado em dias de temperatura acima dos trinta graus.
E por falar em azaleias, lembrei-me do Professor Oswaldo da sexta série, aquele que nos lia contos, histórias, poemas e poesias... adorava.
Professor Oswaldo lecionava Língua Portuguesa e falava sobre o modo como as pessoas pronunciavam as palavras; juntavam uma na outra e formavam uma nova; era estranho e interessante. 
Ele disse também que se falássemos corretamente, as pessoas não entenderiam, mas se falássemos de forma "errada", seríamos facilmente entendidos e deu um exemplo: "Procurava pela Rua das Azaleias e perguntei às pessoas se conheciam a rua, ninguém sabia. Aí percebei que estava pronunciando sílaba por sílaba, numa tentativa de ser entendido, mas o efeito foi contrário. Decidi falar então 'ruadazazaleia' e todos conheciam o endereço procurado por mim".
Bom...
Estou meio mole hoje; trabalhei "que nem uma cavala", como diz Bibi, minha linda e terrível sobrinha, assisti ao jogo do Corinthians transmitido do Japão .. Vai Corinthians!
Haja coração, saúde e disposição.
Acho que estou ficando velha para tantas emoções.
Amanhã será outro dia e será melhor. Amém.
É isso.

                          




quinta-feira, 29 de março de 2012

Hipermercados

                                               


Fui ao Hipermercado Extra da Penha.
Fui comprar um aparelho de telefone e mais uma vez me convenci de que devo ir a esses locais para apenas fazer compras de gêneros alimentícios e coisas/objetos dos quais não precisamos da ajuda dos funcionários da loja.
Explico: 
Primeiro - Procuramos por um produto, não encontramos, procuramos um vendedor que esteja por perto e não encontramos.
Segundo - Finalmente encontramos um vendedor e perguntamos pelo tal produto e a resposta é: "Só tem esse mesmo aí do mostruário... Aqui não é meu setor...Vou chamar alguém para ajudar a senhora". Mas o bendito vendedor some e ficamos à ver navios, ou melhor, à ver produtos que queremos comprar mas não o fazemos por falta de informação, boa vontade e ajuda dos funcionários.
É isso.
A variedade de eletro-eletrônicos é imensa nesses hipermercados mas a falta de funcionários e de boa vontade em ajudar é inversamente proporcional. Esses funcionários não são pagos para atender aos clientes?!
Fiquei uns quinze minutos olhando os telefones e esperando que alguém me atendesse. Olho à volta e vejo vendedores falando ao telefone, conversando e usando o computador; todos muito ocupados, como pude perceber.
Eu ia desistir mas um dos simpáticos vendedores chama uma moça que veio me atender com uma má vontade do cacete. Ela não sabia o que estava vendendo, não sabia dar as informações básicas sobre as funções dos aparelhos à venda.
Falei para ela deixar pra lá mas ela disse que iria verificar e voltou com o aparelho que eu queria e por um bom preço. Comprei.
O problema foi efetuar o pagamento no caixa do setor. Não havia ninguém lá e voltei e perguntei à vendedora pela pessoa do caixa e fui orientada a aguardar um instantinho.
"Instantões" depois vejo uma senhora emburrada, andando a passos de tartaruga manca e perguntando quem é o próximo.
Pela disposição, preguiça e má vontade do "maduscachorro" que ela demonstrava, perguntei se ela era a pessoa do caixa: "Sou sim!".
Paguei a porcaria do telefone e peço a nota fiscal e sou informada de que preciso ir ao balcão de atendimento ao cliente para tal finalidade.
Vou ao balcão e encontro três pessoas na minha frente e uma única funcionária a conversar animadamente ao telefone.
Prometi a mim mesma nunca mais comprar nada que precise de vendedores preguiçosos e mal encarados.
Outra coisa que me desagrada nesses hipermercados é a falta de fiscalização do trânsito de veículos; vejo carros passando a alta velocidades e isso sem contar naqueles estacionados nas vagais especiais. Há os que estacionam seus veículos bem na entrada do hipermercado, dificultando a passagem dos clientes com seus carrinhos de compras.
Fui ao Atacadão da Marginal Tietê para comprar ração e água de coco. Pedi ajuda para pegar o saco de ração com 20 quilos ao funcionário mais próximo que consegui encontrar e ele disse que não era seu setor. Como sempre. Foi buscar alguém para me ajudar e sumiu! Nem ele nem a ajuda e tive que pegar sozinha o saco pesado de ração; me lasquei depois com dores nas costas.
Fui ao corredor de bebidas para pegar água de coco e a embalagem com vinte e sete caixinhas que eu queria estava na parte mais alta da prateleira; de novo peço ajuda e ouço a mesma desculpa. Subi na prateleira de baixo e puxei uma caixa de água de coco e derrubei as outras; aí apareceu um grupo grande de funcionários para me dizer que eu não poderia fazer aquilo! Se tivessem me ajudado...
É isso.
Carrefour, Extra, Atacadão e todos os outros hipermercados e lojas deveriam treinar melhor seus funcionários. Nós clientes consumidores não estamos ali para pedir, estamos ali para adquirir um produto e/ou serviço e vamos pagar por isso.