Mostrando postagens com marcador José Luiz Datena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José Luiz Datena. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Amor e Violência

                              

Assistia aos telejornais e me assusto e preocupo com a violência. Parece que a vida humana perdeu o valor e matar por qualquer coisa ou motivo é algo comum.
Absurdo cruel atirar em uma moça grávida de nove meses! Mataram por matar? Pois não levaram a bolsa nem o carro da vítima. Será que foi crime passional? Posso estar falando besteira, mas penso na possibilidade de alguma ex namorada do marido da grávida ter participação nesse ato vil.
Outra barbaridade ocorreu com um casal de Goiás; uma bomba caseira foi jogada dentro do carro do casal por um suposto ex namorado da moça.
Vejo no programa do Datena e do Marcelo Rezende barbaridades cometidas em nome do amor, do ciúmes, da possessividade e obsessividade.
As pessoas não aceitam o fim de seus relacionamentos e não suportam ver o/a ex com outro/a. 
Claro, amar dói, perder a pessoa amada para outro/a dói mais ainda, mas tirar a vida de alguém ou usar de qualquer outro ato vil não justifica.
Ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém e se a relação se desgastou, o melhor a fazer é partir para outra/o. É difícil e doloroso, mas a vida continua e ninguém é de ninguém.
O problema dos relacionamentos atuais, me parece, são a possessividade, a obsessividade e o ciúme crônico e o resultado disso tudo somado é o descontrole emocional seguido de violência verbal, emocional e física.
As pessoas estão tão inseguras que não conseguem viver sós por um tempo e se estão em um relacionamento, o protege com unhas e dentes.
Será que isso é amor? 
Não, não é.
Quando a coisa transforma-se em obsessão o amor perde o espaço para a neura, a desconfiança, o ciúme doentio e termina com violência e até morte.
Isso definitivamente não é amor.
Lembro de uma frase bobinha que gostávamos de escrever em nossos cadernos. As meninas tinham cadernos coloridos, enfeitados e bonitinhos onde escreviam frases de amor e era assim: "O Amor perguntou ao Ódio: Por que odeias tanto?, e este respondeu: Porque te amo demais"
O mundo anda tão complicado.
É isso.

                                  

domingo, 1 de abril de 2012

Datena

                                              
Sempre assistimos ao programa "Brasil Urgente" com o jornalista José Luiz Datena.
O programa começa a partir das cinco da tarde e é um horário bom, pois nesse período não tem muita coisa interessante na televisão.
O programa informa ao vivo o que está acontecendo e é bastante dinâmico; o problema, permita-me uma crítica, é a demora em dizer o local/bairro onde acontece a cobertura jornalística. 
Por exemplo: "Perseguição policial na Zona Leste de São Paulo". Tá. 
Apenas falar a zona ou região não é suficiente; é necessário dizer o bairro também. No caso da Zona Leste complica um pouco, pois a ZL é imensa, mano! Aí ficamos apreensivos e curiosos para saber qual o bendito bairro da Zona Leste onde o fato ocorre.
José Luiz Datena mete bronca, fala o que pensa e não tem papas na língua. Certo ele.
Grande figura, literalmente.
Bom...
Uma vez papai e mamãe desciam as escadas de nossa casa para irem ao botequinho dela, ou mini restaurante, como ela gostava de dizer. Papai falava, falava e falava, como sempre, e mamãe já estava ficando agoniada e impaciente quando para em um degrau e diz: "Tá bom, Datena!".
Pronto! Foi aí que papai desembestou a falar mais ainda!