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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Doce

                                 Resultado de imagem para mandioca com milho


Descasquei mandioca e milho e comi mamão.
Congelei a mandioca e cozinhei o milho.
Gosto dessas coisas, desses alimentos simples e saborosos.
Estou com vontade de fazer bolo de mandioca, gosto muito.
Sentei-me à mesa com meu café e pus-me a trabalhar. Gatos ao meu redor, porta do quintal aberta para apreciar a beleza da tarde. Molecada jogando bola na rua.
A mente viaja...
Pensei em tantas coisas, pessoas, vontades, sonhos...
E se... 
Fui para a sala, liguei a TV para ver a novela das seis que começa às seis e meia. Novela de época; combina mais com o horário.
Bela fotografia e figurino e o português de época também, apesar do chiado carioca. O povo do Sul não fala assim.
Depois mudei de canal, essa novela da sete não me apetece. Ainda assisti nas duas primeiras semanas, depois parei: casalzinho romântico num pega-desapega do caramba, atriz que faz o papel da ex exibe uma magreza cadavérica, Tatá Werneck se repete e faz as mesmas gracinhas que fez na outra novela, além de ser difícil de entender o que ela diz. Desisti.
Zapeio pelos canais, leio, escrevo...
O dia foi melhor hoje, menos doloroso que ontem.
Queria comer uma coisa doce, mas só tem bolacha.
É isso.



                                           Resultado de imagem para mandioca bolo

quinta-feira, 22 de março de 2012

Time

Maria Julia & Bruno. Palmeirenses lindos
                                                 


Meu irmão Rogério é o único "errado" da família; ele é palmeirense.
Rogério conseguiu convencer os filhos pequenos a virar a casaca e torcer para o Palmeiras.
Eles foram corinthianos por pouco tempo. Que pena.
Bruno, o caçula, torce para todos os times, menos do Corinthians. Ele gosta principalmente dos times cariocas e não sabemos o porquê.
E para ouvir sua voz bonitinha, eu pergunto: 
"Bruno, você torce para que time?"
"Eu sou Botafogo".
"Mas você não é corinthiano?"
"Não. Corinthians é caca. Julia, que time o pai torce?"
"Palmeiras".
"Ah, então eu sou Palmeiras".


                                             

domingo, 25 de dezembro de 2011

Bruno

                                         
É meu sobrinho. Um dos cinco filhos do meu irmão Rogério.
Meu irmão teve filhos por ele e por mim; Lei da compensação.
Bruno é um garoto esperto, lindo, terrível e tem um falar todo especial. 
Bruno fala carregando no "s", como se fosse carioca.
Não sabemos de onde vem esse sotaque; o pai de Bruno é pernambucano, a mãe é baiana e ele nasceu em São Paulo.
Perguntamos a Bruno para que time ele torce e a resposta é: "Botafogo".
"Mas Bruno, o Botafogo é do Rio, você tem que torcer por um time de São Paulo. Que tal o Corinthians?".
"O Corinthians é caca"
Pedimos: "Bruno, conta até cinco".
"Um, dois... cinco!"
Almoçávamos um churrasco na casa de Bruno e mãe dele diz: "Vem comer uma carninha, Bruno". "Não quero carne, só quero chuáco (churrasco)".
"Vem tomar refrigerante, Bruno".
"Não quero refrigerante, só quero Fanta".