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sábado, 19 de outubro de 2013

Não deu

                                


Eu queria ter ido ver a apresentação da banda de Rock & Blues de um colega acromegálico, mas não deu.
Talvez na próxima oportunidade...
Irei, nem que seja só. Mas aí não tem muita graça e também não é seguro voltar para casa sozinha depois das dez ou onze da noite.
E o legal, nessas ocasiões, é sair com um grupo legal de pessoas também legais.
Bom...
Choveu bastante agora a pouco e esfriou. 
Deitei-me no sofá e adormeci; a novela tem estado muito chata, é uma choradeira dos infernos!
Detesto cenas de muita choradeira, muita pegação, muito romance pegajoso, muita gritaria e outros exageros.
Levantei, cobri a gata que se escondeu debaixo do cobertor com medo da chuva e fui para a cozinha.
Coloquei mais ração para a gataiada, tranquei portas e janelas e vou para a cama.
Sinto-me só de verdade.
Sinto-me menos importante, menos necessária, mais evitada, mais esquecida... Sei lá.
Uma amiga disse que quando não estamos bem de saúde é normal nos sentirmos assim mesmo. 
É? Não sei se concordo totalmente.
Separei alguns dos meus livros de Gramática da Língua Inglesa, expressões idiomáticas, textos e afins.
Amo livros e trabalhar é preciso.
Meu milionário salário de professora veio menos esse mês, é porque estou de licença médica.
Curioso. Deveria ser exatamente o contrário! Se o professor está de licença médica é aí que ele vai precisar do salário integral. Os gastos com transporte e medicamentos aumentam durante o período em que estamos afastados.
Acho que os buRRocratas que definiram isso nunca ficaram doentes e devem ganhar salários de político.
Preciso ir. Branca já veio me chamar para irmos para a cama.
Branca adora beijos na cabeça, assim como meu Nêgo Lindo, Aurora, Cássio, Rosinha, Léo Caramelo e todos os outros.
São companheiros fieis, bagunceiros, barulhentos e briguentos, às vezes.
É isso.
Boa noite a todos.


                        
                                   

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Texto

                              

Meus professores da faculdade sempre nos aconselhavam a pedir para alguém ler nossos textos. Por mais que lêssemos, não encontraríamos os erros, pois nossos olhos estavam acostumados ao nosso texto.
E é verdade.
Escrevo minhas postagens e releio duas, três ou mais vezes, mas não consigo ver os erros de pontuação, acentuação, gramática etc...
Algum tempo depois eu releio as postagens e aí vejo os erros e os corrijo.
Fico preocupada em errar demais por ser professora, não ficaria bem.
Mas tenho a atenuante de que leciono Língua Inglesa e não Portuguesa.
Minha formação pedagógica foi em inglês e só depois fiz faculdade de Letras para reaprender o português e suas regras gramaticais, semânticas, sintáticas, ortográficas etc...
Quando prestei concurso público para professores da rede estadual de ensino pensei em colocar como primeira opção o ensino de Língua Portuguesa, mas fiquei com receio de não estar apta para o cargo.
Deixei a língua pátria como segunda opção e a Língua Inglesa como primeira opção.
Mas eu leio muito e sempre pegava os livros didáticos de português para ler, rever e aprender.
Outra coisa que pensava comigo mesma...
Às vezes escrevo postagens com temas e assuntos que já havia escrito antes, mas isso não necessariamente significa repeteco. Os temas abordados em uma postagem podem estar relaciondos a outros temas em uma outra postagem. Tudo está interligado, relacionado e conectado na vida, nos textos, no Universo.
Aliás, quando estava na faculdade li o livro "O que é Literatura" de Marisa Lajolo  e a autora defende que "a obra literária é um objeto social". É social porque nasce  da relação social e comunicativa entre autor e leitor.
Mas em nenhum momento a autora diz de fato o que é literatura; ela deixa para a imaginação do leitor baseado em suas experiências e conhecimento.
A palavra texto vem do Latim e significa "tecer, tecido, entrelaçar".
As palavras são interlaçadas, formando um novo texto, tecendo o saber, dando sentido às palavras, permitindo comunicação e interação entre as pessoas.
Era mais ou menos isso que eu queria dizer para explicar as possíveis repetições de termos e assuntos das minhas postagens.
Está tudo interlaçado.
É isso.


                                      

domingo, 8 de janeiro de 2012

Bigui Bródi

Depois de amanhã estreia o tal do Big Brother.
Honestamente, durante o período de vinculação desse programa eu male male assisto ao canal de TV que o transmite. Não dá.
Papai me perguntava: "Tu assisti o bigui bródi?".
"Não, pai."
"Pruquê?"
"Gosto não".
O plural da plavra brother (irmão, em inglês) é brothers e me doem os tímpanos ouvir Pedro Bial dizer "bróderes". Outra coisa; há participantes mulheres também e se há mulheres, não pode apenas haver brothers, deveria haver sisters (irmãs). E havendo sisters and brothers juntos, então temos siblings (irmãos e irmãs).
Meio complicado. 
Já me falaram, em tom de crítica construtiva, que sou muito "gramática".
Não sei se há crítica construtiva; toda crítica é uma crítica e sendo crítica traz consigo uma aura de correção, imperfeição, descontentamento...Sei lá.
Bom, só sei que não assistirei a bigui bródi nenhum.