Mostrando postagens com marcador injeção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador injeção. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de março de 2013

De novo

                             


Caí mais uma vez; foi na noite de ontem. O piso do banheiro é muito liso e não consegui me segurar e meti os joelhos no chão pela segunda vez em apenas dois dias.
Marquei um encaixe com o ortopedista e meu irmão Fubá me levou. Achei bom, pois não estava muito confiante para dirigir com os joelhos doloridos e travados.
Minha cunhada Preta me convidou para tomar um café na volta, mas declinei. Saímos do consultório meio tarde e estava cansada, dolorida e já sentindo os efeitos das injeções.
Cheguei em casa, tomei banho, jantei e iria para a cama mas percebi que os sinais de TV e Internet estavam liberados, aproveito agora.
Mas acredito que hoje eu consiga dormir bem, tive dias de dores e insônia.
É isso.


                                

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Ortopedista

Fui hoje ao ortopedista, meu ombro direito e meu pé esquerdo doem.
Cheguei cedo ao consultório e conseguir estacionar facilmente na vaga especial; não tinha nenhum espertinho estacionado. Ainda bem.
Fiz radiografias e vou tomar um remédio feito sob manipulação. Devo retornar em um mês para tomar mais três injeções no joelho. 
É a minha doença de base, a Acromegalia.
Entrego meu cartão do convênio médico e a nada simpática recepcionista me pergunta: "A senhora já tem ficha aqui?"
Ela se fez de besta, como dizia mamãe, pois vou a cada dois ou três meses ao consultório.
"Moça véia mais chata!", diria papai.
Aguardo sentada enquanto folheio uma revista e naturalmente, obviamente, claramente e escancaradamente sou observada pelas pessoas que ali aguardam. 
Às vezes eu acho que as pessoas pensam que devo ser algum travesti/transexual que fez cirurgia de mudança de sexo! Só pode ser.
Coisa mais chata!
Tinha uma mãe com duas crianças terríveis que corriam pra lá e pra cá e colocavam em risco a segurança dos pacientes e a delas mesmas. Alguém poderia tropeçar, esbarrar nelas, cair. A mãe só se limitava a dizer: "Ou vocês ficam quietos ou vão ficar de castigo".
Acho que preferiram ficar de castigo, pois continuaram a correr, a gritar, a infernizar.
Vi situação semelhante no laboratório onde fui fazer alguns de meus exames; o moleque corria, subia nas cadeiras, gritava, esbarrava nas pessoas e a mãe não se dignou a levantar a bunda da cadeira para pegar o filho mal educado e sem limites.
Quando éramos pequenos e saíamos com mamãe para algum lugar ou íamos à casa de algum parente ou conhecido, ela dizia: "Finjam que são educados. Se fizerem passar vergonha o couro vai comer quando a gente chegar em casa".
Ficávamos sentados e se a nós fosse oferecido alguma bebida ou comida só aceitávamos quando mamãe nos permitia, e isso sem falar nada! Bastava um olhar e pronto! Isso que era comunicação!
E por falar em comunicação, queria conseguir me comunicar por telepatia e dizer telepaticamente àqueles que me olham tanto: "Estão olhando o que? Vão olhar para a @#$%&!"
Mas eu sou educada.
Mas não sou de ferro e sou humana, demasiado humana.
É isso.

                                         


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Última dose

Tomei hoje a terceira e última dose da injeção no joelho.
Fiz radiografia e o médico disse que houve progresso.
A artrose está lá, mas foi bem cercada pelo remédio; usando uma linguagem mais simples.
Devo retornar em noventa dias para mais exames e acompanhamento.
O que ajudou na boa recuperação foi o fato de eu estar de licença médica; se estivesse trabalhando a recuperação não teria sido tão boa e rápida.
O médico deu-me laudo para ser entregue ao médico perito e na escola. Devo mudar minha rotina no trabalho, não dá para ficar no sobe e desce de escadas e nem de pé durante longas horas. Além da artrose no joelho ainda tenho o pé esquerdo com inflamação no tarso e os parafusos na coluna. 
Não é fácil.
Veremos.
Não queria deixar de lecionar; adoro os pequenos das 5ª séries.
Tentarei falar com a diretora e convencê-la a reabrir a biblioteca da escola. Lá poderei trabalhar sem subir nem descer escadas e estarei a fazer o que mais gosto: leitura, livros, alunos.
O problema é ir contra gente negativa que bota defeito em tudo.  E sei que terá gente que não gostará muito de perder a moleza e a facilidade que encontrou no novo meio de trabalho. Gente que tem uma dorzinha ali ou acolá mas que nunca encarou uma cirurgia e conseguiu muito facilmente a mudança no trabalho. Deve ter dado para o médico. Não é possível.
Bom...
Cheguei em casa bem cansada e o calor só piora. Deitei um pouco e acabei dormindo. Acordei com o barulho da chuva. 
Não gosto quando está muito quente, até os 25 ou 26 º está bom de mais.


      
Joelho após aplicação da injeção










terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Injeção no joelho e cabeça fervente

                                               


Tomei hoje a primeira dose do remédio para controle da artrite no meu joelho direito.
Foi uma picada rápida e indolor. Já estou acostumada a injeções e agulhas enfiadas pelo meu corpo. O que me incomoda mais é o exame de líquor (líquido cerebral); como já falei aqui, é muito desconfortável ter a agulha passeando dentro do meu crânio.
Volto para tomar a segunda dose do remédio na semana que vem e depois trinta dias após a primeira dose. Farei novos exames e o médico decidirá qual o próximo tratamento.
Além dos problemas habituais como hipertensão, diabetes, dores articulares e cansaço, a Acromegalia causa suores noturnos intensos que podem ser confundidos com menopausa.
A transpiração é excessiva e muitas vezes me levanto no meio da noite para trocar os lençóis e tomar um banho para refrescar. Mesmo em dias frios não me cubro com muitos cobertores, pois o calor e transpiração são excessivamente desconfortáveis. Uso apenas um lençol e um edredom leve e cubro apenas o corpo, deixando as pernas de fora. 
Dali a pouco sinto a cabeça "ferver" e um mal estar tremendo. As ondas de calor vêm e vão embora em alguns minutos. 
Muitas vezes sinto o calor e a cabeça ferver quando estou fora de casa, mas não posso fazer muita coisa a não ser tentar me segurar e esperar passar.
É muito desconfortável, meu Deus.