Mostrando postagens com marcador Bienal do Livro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bienal do Livro. Mostrar todas as postagens

sábado, 1 de setembro de 2012

TV

                                         

Vou para a cama com a gataiada e meu livro: "Autismo, um mundo obscuro e conturbado" de Roy Richard Grinker.
Comprei esse livro na Bienal junto com mais três. Comprei muito pouco, pois como já falei aqui anteriormente, algumas boas editoras não expuseram e havia uma febre de livros sobre vampiros, vampiros fadas e por aí vai. Quando a moda pega...
A programação de TV consegue ser pior nos fins de semana, afe!
Não dá. São tantos canais mas as opções de programação deixam a desejar.
Vou-me.
É isso.
Boa noite a todos.

                                  

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Idiota

                                           


Copiei, colei e publiquei aqui texto cuja autoria é atribuída a Arnaldo Jabor.
Achei o texto inteligente e interessante, se não o fosse, não o publicaria aqui no blog.
É muito comum pessoas escreverem algo e atribuí-lo a outra pessoa, principalmente se for uma pessoa pública, famosa, conhecida por sua inteligência e por suas críticas ao governo e à Sociedade do país.
Conforme texto escrito, também e supostamente por Arnaldo Jabor, há muitos idiotas que escrevem textos e os publicam como sendo de Arnaldo Jabor.
Bom, talvez eu tenha sido idiota também, pois copiei, colei e publiquei aqui neste blog um texto supostamente escrito por Jabor. 
Só publiquei porque gostei da crítica inteligente, sendo de Arnaldo Jabor ou não.
E por falar em idiota, eu ia comprar o livro "O Idiota" de Dostoiévski quando fui à Bienal do Livro, mas desisti ao ver a qualidade ruim da impressão. Parece que alguém pegou o texto e disse assim: "Tó, imprime aí, vai".
Não deve-se julgar um livro pela capa, e não julguei! A capa até que estava bonitinha, mas o interior do livro, não!
Até entendo ser questão de economia, de ecologicamente correto e blá, blá, blá, mas economizaram muito em qualidade e ficou um livro impresso de qualquer jeito, sem respeito às margens, com letras quase caindo para fora do livro, papel ruim e otras cositas mas.
Desconfio de livros muito baratinhos demais, desconfio que o texto seja integral, desconfio que seja algum resumo resumido de algum resumo. 
Bom, os livros vendidos naquelas máquinas do metrô são baratinhos e de boa qualidade.
Eu sempre comprava quando andava mais de metrô.
E por falar em metrô, quando o governo vai perceber que o transporte público de São Paulo está sobrecarregado? E quando chegar a Copa do Mundo e esse povo todo indo pra ZL para o estádio do Curinthia, mano? Vixe! Vai parar a Radial Leste!
E falando ainda sobre livros...
Gosto de comprar os livros vendidos nos catálogos da Avon, os preços são bons e a qualidade é boa; o problema é que já comprei e li todos os livros que me interessaram e o outro problema é que são poucos os títulos que me interessam, pois 99% dos livros são sobre temas que não me interessam.
Nem vou colocar aqui para não parecer intolerante e "inguinórante" demais.
Bom...
Vou fazer meu café forte e doce na medida, igual ao da minha avó Mãevelha.
Acho que vou fazer um pão de ló (bolo sem leite) com raspas de limão e laranja.
É isso.
Bom dia a todos.

                               


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Livros da Bienal

Meus livros comprados na Bienal. Comprei pouco dessa vez. :-(
Tentei ontem baixar/carregar as fotos que tirei dos livros da Bienal, mas não sei por qual motivo, a máquina fotográfica digital "mudérna" não quis funcionar.
Acho que a máquina é moderna, já eu sou meio "inguinórante" ainda no que se refere a computadores, máquinas e afins.
Até que me acho esperta por conseguir criar e manter um blog!
Bom, abaixo algumas fotos:

Maria Julia e seus livros
Add caption

domingo, 19 de agosto de 2012

Amanhã

Amanhã é outro dia.
Nada como um dia após o outro.
Um dia após o outro e uma noite no meio.
Amanhã será melhor.
Será sim.
Minha sobrinha Maria Julia disse uma vez, quando era pequena: "Tia Rejane, descobri uma coisa: amanhã vai ser hoje e hoje vai ser ontem!".
Provoquei minha também sobrinha Beatriz e disse que sua mãe é uma "picareta e corinthiana" e ouvi o seguinte: "Tia Rejane, sabia que minha mãe é sua irmã?!"
Compramos alguns livros na Bienal e Maria Julia comprou "A turma da Mônica" jovem; ela já está ficando uma moçona, e um livro com o sedutor título: "Fique Maravilhosa". Perguntei sobre o livro e ela disse: "É um livro com dicas para eu ficar mais maravilhosa ainda, tia Rejane".
Ah bom!
São essas pequenas grandes coisas que aliviam.
São como bálsamo.
Amanhã é outro dia e será muito melhor.
Amém.

                                    

Doença

                                         

Não estou bem.
Meus ombros pesam, a dor invade.
Revolta. Fúria.
E não estou falando sobre o time da Espanha.
A fúria é minha, só minha, toda minha.
Turbilhão, revolta, rebelião. Que @#$%*! de doença é essa?!
Entendo e aceito essa porcaria de doença besta 99.99% do tempo, mas os 00.01% às vezes transformam-se em cem por cento!
Olhares e comentários. Sempre eles.
Saíamos da Bienal do Livro e nos dirigimos ao restaurante para almoçar, mas antes passei no posto para abastecer. Abasteci e na hora de pagar com o cartão de débito o sistema havia caído. 
Nos Estados Unidos a pessoa para o carro próximo à bomba e de lá vai até o caixa e paga pela quantia desejada; o caixa libera a bomba já programada com o valor desejado. Mais prático e seguro.
Aqui não. Depois que se abastece é que se paga. E se não tiver sistema, como foi o que aconteceu ontem? E se o motorista fugir após ter abastecido o carro e ter recebido a chave do frentista? Prejuízo na certa.
Mas sou cliente desse posto há muito tempo e o jeito foi deixar para eu voltar mais tarde com o dinheiro. Voltei e paguei. Agradeci pela confiança.
Chegamos ao restaurante e fui ao banheiro para lavar as mãos, uma menininha olha para mim e pergunta para a mãe: "É mulher ou homem?"
A mãe tentou disfarçar, mas a menina continuava falando. Crianças não têm freios, falam o que pensam, o que sentem, o que veem. Muitas falam por inocência, sem maldade.
Mas têm umas tagarelas, mal criadas... Mamãe dizia: "Menino (criança) é que nem c... pra fazer vergonha".
A mãe pediu desculpas mas eu disse que tudo bem, que tenho a doença do crescimento e por isso tenho essa aparência andrógena. 
Sou sempre muito educada, quase sempre, 99.99% do tempo. 
Tem gente que abusa, que olha mesmo e que ri. Hoje mesmo fizeram isso. Um grupo de jovens abestados queriam se exibir uns para os outros e riram alto, gargalharam forçadamente. Falaram palavrões para se referir a mim. 
Ignorei. Não vou me rebaixar ao nível de pessoas ignorantes, estúpidas, tacanhas.
Quando a pessoa permite, eu explico porque tenho essa aparência e a pessoa diz, na maioria das vezes, que vai pesquisar mais sobre o assunto e que nunca ouviu falar sobre a doença: Acromegalia.
Tem hora que até acho chique a denominação dessa porcaria de doença besta: doença rara que acomete cerca de cinquenta pessoas por milhão de habitantes.
Bom, se fui acometida pela Acromegalia, estou entre as cinquenta pessoas "sortudas" entre esse um milhão e isso significa, penso eu, que minhas chances de ganhar na Mega Sena são ainda maiores!
Na boa, a vida é feita de escolhas e eu não escolhi ser pobre. Beleza?
Mas eu estava falando sobre revolta, fúria, raiva... Mas eu também procuro fazer graça, procuro evitar que sentimentos ruins dominem totalmente. São fases, as benditas fases de revolta.
Sou humana, demasiado humana, p#@!%¨&*!!!
Não sou celebridade, não gosto de ser olhada como se fosse uma espécie rara, um animal exótico, uma coisa estranha. Não sou coisa, não sou rara, sou apenas humana.
Me sinto tão só.
É isso.

                                  

Bienal do Livro e Vampiros

                                        

Fomos ontem à Bienal do Livro.
Fomos eu, minha irmã Rosi e meus sobrinhos Maria Julia, Beatriz e Vinicius.
Compramos livros, passeamos pelo espaço gigantesco.
Absurdo o preço do estacionamento: trinta reais!
Os preços da água, sucos e refrigerantes também eram abusivos. Precisa mesmo explorar tanto?
Bom...
Queria saber o que é que acontece com o piso do Anhembi, pavilhão de exposições, pois o chão de repente afunda e de repente abaixa; é todo irregular.
Levei alguns tropicões, quase caí, mas a sorte é que levei minha bengala que me dá mais apoio, firmeza e segurança.
Não gostei muito dessa Bienal, faltaram algumas editoras que dessa vez não expuseram seus produtos. Pena.
Até mesmo editoras que costumavam ocupar um espaço bem maior nas bienais anteriores, ocuparam nessa um espaço mais reduzido. Gostei não.
O que vi muito foram editoras expondo e vendendo mais do mesmo: livros sobre vampiros.
Me pópi! Como diria papai.
Acho que o modismo dos vampiros já cansou. Na boa.
Eu gostava dos filmes antigos sobre vampiros, morria de medo, mas assistia até o fim. Vampiros másculos, sedentos por sangue, elegantes e viris, bem ao contrário do vampiro-fada dessa saga Crespúsculo (Twilight). Uma colega minha diz que o Edward, o vampiro-fada da saga, é educado, gentil, meigo, delicado,que não bebe sangue humano (bebe o quê, sangue orgânico de soja?!) blá, blá, blá... 
Isso para mim tem outro nome.
Mas eu falava sobre vampiros...
"Entrevista com o vampiro" trouxe atores másculos (até prova em contrário) e lindões: Antonio Banderas, Brad Pitt e o cientologicamente exagerado, Tom Cruise.
Gostava do vampiro interpretado pelo ator ucraniano Jack Palance. 
Uma vez fiquei com muito medo após assistir ao filme e fui para a cama com um terço de minha avó Mãevelha. Coloquei o terço no pescoço com o crucifixo virado para frente, claro. Vai que um vampiro resolve aparecer em terras tropicais?! Nunca se sabe.
Papai percebeu e fui motivo de piada por um bom tempo.
Mas é melhor prevenir que remediar, já diz o ditado.
É isso.