Mostrando postagens com marcador vampiro-fada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vampiro-fada. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Matemática

                                  

Minha sobrinha Maria Julia é muito inteligente, além de linda, claro.
Aliás, todos os meus sobrinhos e sobrinhas são lindos e inteligentes e não falo isso apenas por corujice, falo porque é verdade verdadeira mesmo.
Maria Julia adora matemática e é muito boa em cálculos, operações, funções e todas essas coisas bonitas e complicadas da ciência exata.
Ela brincava de escolinha com a prima Beatriz e fazia continhas em uma pequena lousa. Eu dei a Beatriz um estojo com giz e apagador que trouxera da escola.
Maria Julia me pergunta: "Tia Rejane, você conhece o método curto e o método longo de matemática para fazer continhas?".
Disse que não e ela me explicou e deu exemplos.
Sempre fui burrinha em matemática, embora tivesse boas notas em química e física. Vai entender.
Acho que o nome matemática por si só já assusta o ser humano burrinho como eu.
Mas eu ia muito bem nas outras disciplinas e era fera em língua portuguesa e língua inglesa e amava literatura. 
Até hoje gosto mais de ler os clássicos da literatura brasileira e mundial a ler livros do estilo best seller. Não sou muito chegada não, ainda mais com essa moda/onda de livros de vampiro-fada, livros de auto ajuda que devem ajudar é o autor a ficar mais rico, livros de supostos religiosos com dicas muito pretensiosas e soberbas sobre variados temas, biografias de famosidades que male male saíram das fraldas etc.
E gosto muito de livros de receitas, também. Adoro.
Bom...
Gostava também de geografia, história e artes, embora não tivesse e não tenho talento artístico nenhum. Sou uma negação.
Era péssima nas aulas de educação física; nunca tive talento esportivo.
Acho que meu talento é com as letras, a leitura e a escrita.
Ainda bem, sirvo para alguma coisa.
É isso.

                                

sábado, 1 de setembro de 2012

TV

                                         

Vou para a cama com a gataiada e meu livro: "Autismo, um mundo obscuro e conturbado" de Roy Richard Grinker.
Comprei esse livro na Bienal junto com mais três. Comprei muito pouco, pois como já falei aqui anteriormente, algumas boas editoras não expuseram e havia uma febre de livros sobre vampiros, vampiros fadas e por aí vai. Quando a moda pega...
A programação de TV consegue ser pior nos fins de semana, afe!
Não dá. São tantos canais mas as opções de programação deixam a desejar.
Vou-me.
É isso.
Boa noite a todos.

                                  

domingo, 19 de agosto de 2012

Bienal do Livro e Vampiros

                                        

Fomos ontem à Bienal do Livro.
Fomos eu, minha irmã Rosi e meus sobrinhos Maria Julia, Beatriz e Vinicius.
Compramos livros, passeamos pelo espaço gigantesco.
Absurdo o preço do estacionamento: trinta reais!
Os preços da água, sucos e refrigerantes também eram abusivos. Precisa mesmo explorar tanto?
Bom...
Queria saber o que é que acontece com o piso do Anhembi, pavilhão de exposições, pois o chão de repente afunda e de repente abaixa; é todo irregular.
Levei alguns tropicões, quase caí, mas a sorte é que levei minha bengala que me dá mais apoio, firmeza e segurança.
Não gostei muito dessa Bienal, faltaram algumas editoras que dessa vez não expuseram seus produtos. Pena.
Até mesmo editoras que costumavam ocupar um espaço bem maior nas bienais anteriores, ocuparam nessa um espaço mais reduzido. Gostei não.
O que vi muito foram editoras expondo e vendendo mais do mesmo: livros sobre vampiros.
Me pópi! Como diria papai.
Acho que o modismo dos vampiros já cansou. Na boa.
Eu gostava dos filmes antigos sobre vampiros, morria de medo, mas assistia até o fim. Vampiros másculos, sedentos por sangue, elegantes e viris, bem ao contrário do vampiro-fada dessa saga Crespúsculo (Twilight). Uma colega minha diz que o Edward, o vampiro-fada da saga, é educado, gentil, meigo, delicado,que não bebe sangue humano (bebe o quê, sangue orgânico de soja?!) blá, blá, blá... 
Isso para mim tem outro nome.
Mas eu falava sobre vampiros...
"Entrevista com o vampiro" trouxe atores másculos (até prova em contrário) e lindões: Antonio Banderas, Brad Pitt e o cientologicamente exagerado, Tom Cruise.
Gostava do vampiro interpretado pelo ator ucraniano Jack Palance. 
Uma vez fiquei com muito medo após assistir ao filme e fui para a cama com um terço de minha avó Mãevelha. Coloquei o terço no pescoço com o crucifixo virado para frente, claro. Vai que um vampiro resolve aparecer em terras tropicais?! Nunca se sabe.
Papai percebeu e fui motivo de piada por um bom tempo.
Mas é melhor prevenir que remediar, já diz o ditado.
É isso.

  

                                    

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Fantástico

                                             


O Fantástico era programa obrigatório em nossa casa nas noites de domingo. Assistíamos aos Trapalhões, quando Renato Aragão era engraçado de verdade e antes de se tornar esse senhor bobo que usa as mesmas velhas gracinhas: extintor de incêndio, água e outras bobagens.
O Fantástico era apresentado de forma séria, elegante, educativa até. Hoje o programa está mais parecido com um Reality Show que faz qualquer coisa para atrair a audiência. Ontem, por exemplo, colocaram dois grupos de fãs dos atores vampirescos da saga Crepúsculo para discutir a suposta traição da mocinha branquela de cabelo ensebado no vampiro-fada.
Não aguentei e mudei de canal. Pelo amor de Deus! Cadê aquele Fantástico de séries interessantes e inteligentes sobre saúde, sociedade, cultura e outros?
Zapeei pelos canais e parei no Canal Futura; ia começar o filme "O enigma de Kaspar Hauser". O filme conta a história real de um garoto criado isolado em uma torre e com uma suposta relação com a nobreza alemã do século XIX (19).
Kaspar Hauser não falava, aprendeu depois, confundia sonho com realidade e tinha uma inteligência avançada para alguém com sua história.
Ótimo filme.
Aliás, gosto de filmes antigos, simples, sem estrelas e estrelismos e sem excesso de efeitos especiais. 
Acho que os efeitos especiais de última geração servem também para disfarçar a péssima atuação de atores e atrizes bonitinhos mas ordinários da geração moderna.
Claro que há filmes ótimos, mas têm uns que me fizeram ficar com raiva de mim mesma por ter assistido tal coisa: "Como pude?!"
É isso.