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sábado, 22 de fevereiro de 2014

Um dia bom

                                   
Meu presente lindo



Fui ontem à casa do meu irmão Fubá e me diverti muito com a pequena, linda, esperta e terrível Rafaela.
Adoro o modo como ela pronuncia as palavras; é tão bonitinho.
Levei um presente para Políbio, o Pit Bull deles. 
Políbio adorou os biscoitinhos caninos e devorou todos, um a um. Apesar de todo o preconceito que a raça sofre, o Pit bull Políbio é um cão doce, carinhoso e que adora carinho e principalmente comer.
O fato de uma determinada raça de cães ser brava ou perigosa não depende exclusivamente dela e sim do animal que a cria, treina, ensina. O bicho humano e quem cria, treina e ensina esses pobres animais a serem dóceis ou ferozes; depende da criatura por trás dos ensinamentos.
Em vez de eliminar as raças de cães, que tal eliminar o animal por trás de tudo isso?
Bom...
Foi uma tarde muito agradável e ainda tomei um delicioso café da tarde com uma fartura de pães, queijo, salame, manteiga, doce de leite, café... só não tomei o leite. :-)
Ainda ganhei um lindo presente: uma xícara decorada com flores e gatinhos; adorei!
Voltei para casa, tomei banho, assisti TV e fui para a cama. Levantei hoje um pouco mais tarde e depois comecei os infindáveis afazeres domésticos: lavei roupa, lavei as bandejas de areia dos gatos, transplantei meu bonsai, reguei as plantas, fiz bolo de chocolate e ouvi a Rádio Rock enquanto fazia tudo isso.
Parei agora a pouco para me sentar e descansar; os mocotós estavam doloridos e inchados, como os de mamãe.
Liguei a TV agora a pouco e desliguei o rádio; gosto de trabalhar pela casa ouvindo música, principalmente o bom e velho Rock 'n' Roll. Ouvi MPB também, mas certas canções nos remetem a lugares, situações, pessoas... 
Melhor deixar pra lá pra não ficar com dor de corno/a e se dedicar ao trabalho ao som das poderosas guitarras e baterias de AC/DC, Iron Maiden, Black Sabbath, Ramones...
É isso.

                                

                                      
                                   

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

As moças e os rapazes de antigamente

                                      

Lia "Antigamente", poema de Carlos Drummond de Andrade.
Pensei comigo: "Como as coisas e as pessoas estão tão diferentes!".
Antigamente as moças andavam vestidas e o sonho dos rapazes era poder ver o tornozelo das donzelas quando elas levantavam as saias para subir escadas, entrar no carro ou dar pulinhos para evitar poças d'água.
Mostrar o braço era coisa rara e sinônimo de sedução, como no conto "A Missa do Galo" de Machado de Assis.
Hoje as moças mostram os braços, os tornozelos, a bunda, os peitos e tudo com muita personalidade! Tem que ter personalidade, é o lema atual. 
Antigamente sabia-se quem era moça solteira e quem era mulher casada, hoje está difícil saber a idade da mulherada, pois meninas impúberes vestem-se e comportam-se como mulheres e as mulheres vestem-se e comportam-se como meninas.
Assistia ao "Café Filosófico" da TV Cultura e o convidado do dia, não me lembro quem, disse algo sobre o fato de mulheres de quarenta anos se parecerem com moças de vinte anos.
Ótimo programa.
Via fotografias de São Paulo antiga e era encantadora a moda da época; homens de terno e chapéu. O jeans ainda não fazia parte do nosso vestuário.
Hoje os rapazes usam calças cujos fundilhos batem nos joelhos e o cós não fica na cintura, mas no meio da bunda. Somos obrigados a ver cofrinhos peludos e nada atraentes.
Os bolsos das calças são enormes e começam no cós e vão até quase perto das pernas, isso sem contar as malditas e horrendas calças saruel, que parecem que a pessoa usa fraldas e lembram muito os pijamas (mijões) antigos.
Bonés, tênis coloridíssimos e enormes, relógios de pulso que parecem o relógio do Faustão, correntes de fechar portão e prender pit bull são usadas no pescoço como adereço.
Isso é moda?
E os cabelos então?
São cabelos milimetricamente desarrumados. Cabelos arrepiados que parecem que o cabra ou viu fantasma ou enfiou o dedo na tomada.
Essa moda é muito difundida entre os novos artistas e cantores da atualidade: cabelos arrepiados e roupas justíssimas do tipo "mamãe tô forte".
Essas roupas tão justas não prendem a circulação? Não incomodam? Acho estranho, fica parecendo um frango vestido, sabe? Começa fininho na parte de baixo e vai alargando. 
Eu hein!
A mim incomoda só de ver!
Eu nunca vi um frango vestido, mas que parece, parece.
Acho que estou ficando velha e vendo a inocência e um certo romantismo darem lugar à malícia, à pressa, ao exibicionismo e competição.
Eu gostava mais dos tempos de antigamente.






sábado, 4 de fevereiro de 2012

Pit Bull

Continuo cansada e com dores de cabeça.
Acho que minha cabeça sabe que irá passar por nova cirurgia e por isso dói o que tem que doer só para fazer valer.
E o calor continua. 
E os vizinhos barulhentos também. 
Hoje não estou bem disposta, estou bem ao contrário de minha sobrinha Beatriz quando toma vacinas. Ela fica mais ativa, mais terrível. Rosi, mãe de Beatriz, falou: "Bibi parece que tomou Red Bull na veia em vez de vacina".
E Beatriz gosta de dizer: "Eu tomei Pit Bull na veia".