Mostrando postagens com marcador presente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador presente. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de março de 2015

Presente da Mãe Natureza: Borboleta

                                  Resultado de imagem para borboleta monarca


Véspera do meu aniversário. Muita chuva.
Abro a porta da cozinha para olhar o céu, as plantas e agradecer por mais um dia: Obrigada.
Meu hibisco está carregado de exuberantes flores vermelhas que atraem os mais variados insetos: abelhas, joaninhas, marimbondos e borboletas.
Vejo uma borboletona pousada sobre as folhas do hibisco, era enorme. Uma borboleta preta e amarela, linda.
Obrigada por sua presença, sua visita.
A borboletona ficou a tarde toda e a noite e só foi embora no domingo, dia do meu aniversário de quarenta e oito anos, mas com um corpinho de quarenta e sete.
Foi um presente da Mãe Natureza.
Adorei. Achei lindo. Agradeci.
É isso.



                                   Resultado de imagem para hibisco vermelho

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Dia Bom


                              




Fui ao banco e estacionei o carro sob um jasmineiro, um dos poucos sobreviventes nesse bairro cheio de cimento, asfalto e caminhões.
Já falei sobre o tema e volto a ele.
Concluo meus afazeres bancários e vou até o carro, que está cercado por belíssimos jasmins branco amarelados. Me apoiei na bengala e colhi as delicadas flores a mim presenteadas pela árvore mãe e a mim entregues pelos ventos brincalhões.
Cheguei em casa e as coloquei em uma graciosa tigela cor de rosa.
Sempre ganho flores da Mãe Natureza e, se não são depositadas sobre meu possante, são trazidas pelos ventos. Belíssimo regalo.
Foi um dia de presentes simples e sinceros. Pequenos presentes que tornam o dia grande e nos engradece a alma.
Alunos da aula de sabonete nos entregam lindos saquinhos de filó recheados com delicados sabonetinhos feitos por eles mesmos e nos desejam um Feliz Dia das Mães; foi um gesto tão bonito.
Não sou mãe de verdade, mas tenho um forte sentimento de cuidado, amor e proteção para com aqueles que gosto, sejam estes família ou não.
Acho que ser mãe é isso.
Foi um dia bom.










                               

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Um dia bom

                                   
Meu presente lindo



Fui ontem à casa do meu irmão Fubá e me diverti muito com a pequena, linda, esperta e terrível Rafaela.
Adoro o modo como ela pronuncia as palavras; é tão bonitinho.
Levei um presente para Políbio, o Pit Bull deles. 
Políbio adorou os biscoitinhos caninos e devorou todos, um a um. Apesar de todo o preconceito que a raça sofre, o Pit bull Políbio é um cão doce, carinhoso e que adora carinho e principalmente comer.
O fato de uma determinada raça de cães ser brava ou perigosa não depende exclusivamente dela e sim do animal que a cria, treina, ensina. O bicho humano e quem cria, treina e ensina esses pobres animais a serem dóceis ou ferozes; depende da criatura por trás dos ensinamentos.
Em vez de eliminar as raças de cães, que tal eliminar o animal por trás de tudo isso?
Bom...
Foi uma tarde muito agradável e ainda tomei um delicioso café da tarde com uma fartura de pães, queijo, salame, manteiga, doce de leite, café... só não tomei o leite. :-)
Ainda ganhei um lindo presente: uma xícara decorada com flores e gatinhos; adorei!
Voltei para casa, tomei banho, assisti TV e fui para a cama. Levantei hoje um pouco mais tarde e depois comecei os infindáveis afazeres domésticos: lavei roupa, lavei as bandejas de areia dos gatos, transplantei meu bonsai, reguei as plantas, fiz bolo de chocolate e ouvi a Rádio Rock enquanto fazia tudo isso.
Parei agora a pouco para me sentar e descansar; os mocotós estavam doloridos e inchados, como os de mamãe.
Liguei a TV agora a pouco e desliguei o rádio; gosto de trabalhar pela casa ouvindo música, principalmente o bom e velho Rock 'n' Roll. Ouvi MPB também, mas certas canções nos remetem a lugares, situações, pessoas... 
Melhor deixar pra lá pra não ficar com dor de corno/a e se dedicar ao trabalho ao som das poderosas guitarras e baterias de AC/DC, Iron Maiden, Black Sabbath, Ramones...
É isso.

                                

                                      
                                   

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Presente

                                      
A caixinha com doces e o raladorzinho



Fui ontem ao almoço oferecido por Dona Elza, a mãe da minha cunhada Preta.
Dona Elza é uma pessoa muito boa, bacana e simpática.
O almoço era para comemorar o aniversário dela e estava delicioso. Depois teve bolo e docinhos. Adoro.
Ainda trouxe para casa uma caixinha com doces, um raladorzinho e um pedaço de bolo com docinhos. O bolo e os docinhos foram devidamente devorados com café hoje pela manhã.
É uma mania que tenho: Comer bolo, doces e salgadinhos de festa no dia seguinte; ficam mais deliciosos. Pizza também.
E tudo fica ainda melhor com um bom café.
Bom...
Passei uma tarde muito agradável na companhia de amigos e familiares e ainda tive uma grata surpresa: ganhei livros do Luciano, primo da Preta.
Luciano é um rapaz educado, culto, simpático e com quem pode-se conversar por horas; ele é muito gentil e agradável.
Eu adoro ganhar presentes, principalmente livros.
Acho que todo mundo gosta de ganhar presentes. 
Eu também gosto de presentear, mas eu gosto de fazer guloseimas para as pessoas e não sei se isso é legal ou adequado. As pessoas sempre esperam presentes comprados. 
Mas meu cunhado Pepê gosta do meu pudim de abacaxi e minha sobrinha Beatriz gosta do meu bolo de coco.
Voltando ao presente...
Ganhei um "box especial" com três livros que tratam o tema "estratégia" e são eles: "A arte da guerra", Sun Tzu; "O livro dos cinco anéis", Musashi; "O príncipe", Maquiavel (Machiavelli).
Gosto desse tipo de literatura e amo os clássicos da literatura brasileira e mundial.
Não sou muito afeita à essa nova moda/onda de literatura vampiresca, bruxística e cinzenta, mas respeito. O importante é ler, acredito.
E um fato curioso que percebi é que as pessoas confundem "O príncipe" com "O pequeno príncipe". São literaturas diferentes.
"O pequeno príncipe" foi escrito por Antoine de Saint-Exupéry em 1943 e  "O príncipe" foi escrito  em 1513 por Maquiavel.
Adorei meu presente.
Adorei o almoço da Dona Elza.
É isso.




quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Semana da Criança

                              



Dia longo, lento, bonito, céu azul, vento frio.
Cabeça doendo, latejando mais que a bateria da Gaviões da Fiel.
Semana chata, ruim mesmo.
Redes sociais lentíssimas, chatas, sem muito atrativos.
Volto-me para meus livros; esses alimentam, confortam e acalentam minh'alma.
Ai Jesus!
Encontro-me nos versos e fragmentos de Fernando Pessoa, Cecília Meireles, João Cabral de Melo Neto e até nas angústias, fraquezas, decepções e desejos humanos de um ser não humano como o é Mefistófeles, o demônio de Fausto, livro de Goethe.
Fabuloso.
Estou cansada.
Pensei em ir ao supermercado amanhã, mas aí lembrei que é semana da criança e tudo deve estar mais cheio e com preços mais caros que o convencional. Tudo isso para depois que passar a data, ser oferecido a preços ainda mais baixos.
São pais, avós, madrinhas, tios e uma multidão à procura do presente ideal para dar aos pimpolhos. Presente esse que será destruído e esquecido em alguns dias e em breve virá o Natal e recomeça tudo de novo.
É o consumismo com tintas de novidade, de caridade, paciência e benevolência entre os homens de boa vontade... mulheres também.
Estou cansada e isso torna-me mais intolerante, implicante, chata, talvez.
Ainda estou com os efeitos da super-hiper-ultra pressão alta e dos remédios; deve ser isso.
Deve ser mesmo. Nem levantei para ligar o som e tocar o bom e velho Rock 'n' Roll, ouvi a porcaria que os vizinhos ouviram. Escutei mas não ouvi.
Amanhã será melhor e terá Rock 'n' Roll. Se Deus quiser.
É isso.


                                       



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Culpa

                              


Acho que a culpa é meu alicerce, é o que sustenta os pilares que me põem de pé.
Sempre tentei desesperadamente fazer o melhor para evitar as críticas, broncas e reclamações de papai e mamãe. Nunca nada estava bom.
Acredito que atualmente eu tenha me libertado moderamente dessa mania de perfeição, de querer agradar fazendo e sendo o melhor.
Hoje sou apenas eu e aprendi à duras penas que não posso mudar o mundo e as pessoas e não sou culpada por seus problemas.
Sou humana, demasiado humana.
Tento não mudar as pessoas, isso é impossível, pois a mudança só ocorre se a pessoa quiser e independe da vontade alheia.
Tento falar, alertar, mas os ouvidos são moucos e teimosos.
Falo sobre culpa porque até há bem pouco tempo eu me sentia culpada por não ter dito a mamãe o que eu queria dizer. Para ser honesta, às vezes sinto essa culpa sim.
Falei sobre isso com minha amiga Cleusa e ela disse para eu não me culpar, mamãe entende e está em um bom lugar, graças a Deus.
Foi assim...
Faltava uma semana para o dia das mães, mandei um bonito cartão para mamãe e queria fazer-lhe uma surpresa, dar-lhe uma boa notícia.
Deixei para fazer isso quando ela recebesse o cartão, aí eu ligaria e faria a surpresa.
Não deu e é aí que entra a bendita da culpa.
Mamãe morreu no dia cinco de maio de 2001, um sábado, e eu cheguei no domingo dia seis. O enterro foi no dia oito.
Quando voltamos do enterro encontro o cartão do dias das mães debaixo da porta.
Uma revolta furiosa me invadiu. Um sentimento de injustiça e de maldade para comigo, papai e meus irmãos.
Uma dor dilacerante, imensa, absurda.
A surpresa que eu faria a mamãe e que seria seu presente do dia das mães seria a compra da passagem para Pernambuco, que ela gostava tanto.
Mamãe adorava viajar ao Paraná para ver a tia Filomena e o tio Francisco e para Pernambuco para ver o tio José do Recife e as tias Antônia e Dolores.
Mas mamãe viajou antes para paragens celestiais.
Acho que falando/escrevendo sobre isso meu sentimento de culpa seja aliviado ou até resolvido.
Amém.