Já fui chamada de radical, inclusive por meus professores.
E sou radical assumida, declarada, juramentada e outros "adas".
Explico.
Sempre procurei e procuro respeitar a Língua Portuguesa, seja no falar ou no escrever. Gosto de ler e leio desde pequena e acho que é por isso que implico com erros tolos e toscos cometidos pelas pessoas.
Dá até raiva ver coisas como: "Vai faze(r), Deixa te protege(r)..."
Sempre "comendo" a letra "R" do Modo Infinitivo. Já falei sobre isso aqui.
Alguns dos meus professores diziam que as pessoas não usam a norma culta da língua e sim a norma não culta. Tá.
Mas o problema é que vejo essas aberrações linguísticas escritas por estudantes de Direito, Enfermagem ou até mesmo por profissionais de outras áreas como Engenharia, Informática etc...
Bom...
A minha nova implicância é quanto ao uso do verbo "fazer" no lugar de outros verbos que eram adequadamente usados para dar sentido à frase. É a mais nova invencionice criada para parecer mais moderno, bacana, legal e detonar a língua. Explico.
Assistia ao programa "Esquenta" da Regina Casé, gosto muito dela, e ela falava sobre como pacientes com câncer são às vezes culpados pela doença que têm. Eu li artigo no New York Times e no Estadão falando sobre isso.
Regina Casé disse: "Alguém chega pra você e diz que fulano fez um câncer. Imagina! Ninguém faz um câncer, ninguém escolheu ter câncer!".
Concordo com ela, mas não entendi bem o que fazia ali o verbo "fazer".
A pessoa, o paciente tem câncer, tem gripe, tem pressão alta, tem diabetes...
A pessoa, o paciente não faz câncer, não faz gripe, não faz pressão alta, não faz diabetes...
Se tivéssemos esse poder de fazer alguma coisa nesse sentido, certamente faríamos a cura de todos os males e de todas as doenças.
Li agora a pouco a postagem de uma pessoa que fala sobre a necessidade de tomar a vacina da gripe, como é popularmente chamada.
Ela escreveu: "Já fiz a vacina e acho que todos vocês deveriam fazer também".
Acho que ela quis dizer: "Já tomei a vacina e acho que todos vocês deveriam tomar também".
Eu não faço vacinas, não sou bioquímica, não sou formada em farmácia, medicina ou o que valha. Não tenho formação para isso.
Eu tomo vacinas.
Mania besta que o povo tem de mudar a língua sem se preocupar se isso está correto ou não. Basta um abestado falar qualquer porcaria e lá vai um famoso e repete isso e pronto, está na boca do povo, literalmente!
É por isso que implico mesmo. Pelo amor de Deus!
Estou com fome e acho que vou fazer um café, um bolo...
É isso.
Estou bem moída, com dores no corpo, juntas (articulações) duras e doloridas. Pensei que estivesse livre da gripe que me derrubou legal semana retrasada, mas ela voltou e está me derrubando mais forte dessa vez.
Faço o mínimo pela casa e já é um grande esforço para mim; me canso muito rápido.
Estou preocupada com esse meu entrevamento, está cada vez mais difícil me levantar, andar, me locomover. Sinto como se fosse uma múmia, toda dura.
Não fui trabalhar hoje e amanhã provavelmente não. Vou ao hospital e temo ficar por lá uma temporada.
Minha preocupação é com os gatos, a casa, a correspondência e outras coisas.
A mais recente temporada que passei no hospital foi quando fiz a cirurgia para correção de fístula liquórica e isso foi em fevereiro de 2012. Já passei quinze, vinte dias e até mais internada e isso me preocupa.
Não tenho muita proteção natural, já tive meningite e alguns edemas cerebrais que foram controlados durante as temporadas de internação.
Muito medicamento que detonava as veias e tornava difícil o trabalho das enfermeiras.
É difícil ficar longe de casa, longe das coisas que gostamos, longe da nossa liberdade. Mas se necessário for, irei e ficarei.
Temo pelos meus gatos e minhas plantas. Nem todo mundo gosta ou tem paciência para cuidar deles.
Como já disse antes, desconfio de pessoas muito práticas, frias e "secas" que não gostam de plantas, animais ou das coisas da Natureza.
Ainda é cedo e acho que nem vou secar os bambis; vou para a cama e amanhã será melhor.
Amém.
Alguém comentou na escola sobre um tal de "Bonde das Maravilhas" que canta e dança a maravilhosa "Quadradinho de Oito".
Educadamente, perguntei ao meu interlocutor: "Que @#$%! é essa?!"
É um movimento cultural, é Funk.
Cultural?! Funk?!
Perdoem-me, mas serei radical e implicante mais uma vez.
Primeiro, qualquer um com qualquer voz canta qualquer coisa, inclusive Funk.
Segundo, moças e mulheres rebolando de bunda pra cima como se fossem uma cadela no cio se oferecendo para os machos.
Desculpem os termos, mas é exatamente isso o que esse tal de Funk representa pra mim com suas músicas e danças vulgares.
Aliás, a vulgaridade travestida de sensualidade está por toda parte e alastra-se pela música, seja ela sertanojo universitário, tecno-brega, pagode etc...
Meus vizinhos barulhentos ouvem uma música cujo refrão é assim: "Mamãe, eu sou puteiro... só como as novas, as velhas não..." Ouvem isso e coisas piores e em uma casa com um bebê de um ano. Por enquanto o menino não entende nada, mas quando começar a entender...
O outro vizinho ouvia uma música dessas inúmeras duplas sertanejas, eu nunca sei quem é quem, e o refrão dizia algo como: "... tapinha na bundinha..."
Estamos nos transformando em um país de babacas mal educados que só consomem lixo produzido para um público habituado a consumir esse lixo descartável.
Outra coisa, cada um que ouça sua música no volume que bem entender e sem se preocupar se está ou não incomodando os outros.
O que está acontecendo conosco? O que estão fazendo com nossa música e nossa cultura?
Nós temos uma cultura tão rica e tão bonita, mas a estamos destruindo com essas novas músicas e danças.
Temos a Capoeira na Bahia, o Frevo e o Maracatu em Pernambuco, a viola caipira no interior de São Paulo, a viola de Mato Grosso, as modinhas de viola de Minas Gerais, o acordeão do gaúcho Renato Borghetti, o Borghettinho.
Aprendi a apreciar a boa música brasileira ouvindo os programas de rádio e o programa Som Brasil com Rolando Boldrin, que hoje apresenta o Sr. Brasil na TV Cultura.
Nenhum dos artistas mencionados precisou rebolar e/ou cantar Funk, graças a Deus, apenas fizeram o que sabem, pois têm talento para isso!
Bons tempos aqueles.
E uma coisa que me intriga nesse tal de "quadradinho de oito": um quadrado tem quatro lados iguais, como pode ser de oito?!
É isso.
O que eu falei sobre animais no cio?

Zapeava pelos canais da TV e paro no programa "TVZ Clássica".
Gosto de programas assim, mas detesto as vinhetas estranhas, malucas e psicodélicas do canal Multishow e da MTV. Coisa chata e incômoda.
Um dos clipes é dos Paralamas do Sucesso cantando "Lanterna dos Afogados" e fez-me lembrar do dia em que mamãe partiu, era cinco de maio de 2001.
São doze anos sem mamãe.
É isso.

Sempre tive prisão de ventre e minha avó Mãevelha dizia que eu era "ruim do istambo e não obrava".
O correto é a pessoa ir ao banheiro, um eufemismo para evacuar ou defecar, todos os dias, logo de manhã cedo. Acho lindo isso.
Eu vivo a consumir granola, leite de soja, grãos integrais, iogurtes como o Activia e tomo muita água, mas mesmo assim fico de sete a dez dias sem ir ao banheiro e quando vou, é uma dificuldade que só.
Desculpem o tema discutido, mas prisão de ventre é uma coisa muito séria e pode desencadear para quadros clínicos bem piores.
A sensação de sentir vontade de ir ao banheiro e lá chegar e nada acontecer é terrível. É errado forçar, mas faço isso para ver se consigo me aliviar da agonia que é ter dores e barriga inchada por dias. O resultado dessas "forçadas" é sangramento no local e hemorroidas grandes e dolorosas.
Muita gente tem problemas com prisão de ventre e/ou hemorroidas e não entendo como nem porque fazem piada com isso. O que pode ser engraçado em ter hemorroida? Não, não é engraçado, é doloroso e é sério.
Existem remédios para facilitar, mas não gosto muito de tomá-los, acho que "vicia" o próprio organismo e a pessoa fica acostumada demais a eles.
Problemas gástricos são também um dos muitos e variados males advindos da Acromegalia e conheço pacientes que desenvolveram pólipos intestinais.
Como sempre digo, a Acromegalia só veio a piorar o que já era ruim.
Devo voltar ao gastroenterologista e tenho que voltar a muitos outros médicos. Eita Acromegaliazinha do caramba!
Vou ali tomar mais um iogurte Activia.
É isso.

É um dos jornalistas dos quais mais gosto. Gosto também do Datena, Marcelo
Rezende, Evaristo Costa, Tadeu Schmidt, Tiago Leifert... Cada um na sua especialidade.
O programa Conexão Repórter, com Roberto Cabrini, é uma das poucas coisas "assistíveis" no SBT, assim como o De Frente Com Gabi, com a magistral Marília Gabriela.
Gosto também do SBT Repórter com o almofadinha Cesar Filho.
Às vezes dou uma olhadinha na Praça é Nossa, mas é apenas menos pior que o Zorra Total onde o humor resume-me a mulheres rebolativas e seminuas, peitos e bundas à mostra e desejo sexual de velhotes impotentes. Não é engraçado.
Agora se tem um cara no SBT com quem implico é o risada forçada à la Silvio Santos com cabelo e roupas à la anos 80, estou falando do superficial Celso Portiolli.
O rapaz tenta ser simpático, mas vê-se que faz um esforço tremendo para tal. Acho que ele não sente-se à vontade em seu trabalho e faz o que faz para ser forte candidato a substituir o patrão quando este bater a "caçuleta". O patrão já passou dos oitenta e vai que... Adoro esse comercial do Bradesco Seguros.
Acho também que alguém deveria alertá-lo para mudar seu guarda roupa chinfrim com ternos de tergal comprados nas piores casas do ramo e com jeans e camisas compradas em semelhantes locais também.
Mas eu falava sobre Roberto Cabrini.
Roberto Cabrini é um jornalista investigativo e começou muito jovem na profissão, aos dezessete anos.
No Conexão Repórter de ontem, o jornalista falou sobre crimes cometidos por menores e mostrou alguns detalhes de como é a rotina na Fundação Casa, a antiga FEBEM.
Muitos desses menores são filhos de mães que criam os filhos sozinhas, sem o marido. A maioria deles abandona os estudos lá pela sexta ou sétima série e usa isso e a pobreza como desculpa para assaltar, roubar e até matar.
No meu ponto de vista, se a pessoa não tem pai presente e tem a oportunidade de estudar sem ter gasto com uniforme e material escolar, deveria é mais aproveitar a chance.
Pobreza não é desculpa pra ser bandido.
Pobreza não justifica ser bandido.
Têm mulheres fortes em minha família que criaram seus filhos ali no cabresto e sem a presença do pai, que picou a mula e sumiu-se pelo mundo atrás de rabos de saia. Essas mulheres deram estudo aos filhos, que hoje são advogados, psicólogos ou simples trabalhadores da indústria, mas são todos honestos e trabalhadores e nenhum deles virou bandido só porque era pobre e não tinha o pai em casa.
Mas a escolha é de cada um.
Mas fica difícil escolher um bom caminho quando a mãe jovem tem meia dúzia de filhos, ou mais, e cada um de um pai diferente. Que exemplo ela pode dar?
Fica difícil escolher um bom caminho quando a lei o protege, lhe dá regalias e o incentiva a cometer crimes.
"De menor" não vai preso, fica uma temporada na Fundação Casa e sai de lá livre, leve e solto para cometer mais crimes.
De que lado a lei deveria estar? Do cidadão honesto e trabalhador ou de menor criminoso? Nem vou responder.
Roberto Cabrini entrevistou um policial que acabara de deter um menor que acabara de cometer seus delitos e o coitadinho disse bem cinicamente: "Sou de menor. Amanhã estou na rua e vou roubar de novo". Que doçura, que criança inocente, meiga e ingênua!
A Sociedade vive o inferno da violência desmedida e da criminalidade sem limites. Parece que não basta apenas assaltar, tem que matar a vítima. Mesmo entregando tudo o que tem ao bandido, a vítima ainda leva um tiro e morre; morre deixando para trás filhos, pais, famílias, namoradas, amigos...
E o que acontece com o "de menor"? Vai passar férias na Fundação Casa.
Me chamam de radical e sou assumidamente, mas passar a mão em cabeça de criminoso, isso eu não faço não. Tem que ter leis mais rigorosas e cumpridas até o fim. Menor, maior ou o cacete têm que pagar pelos seus atos e ponto final!
Eu fiquei mais assustada e revoltada depois da tentativa de assalto perpetrada por um "de menor" que andava tranquilamente de bicicleta pela rua. Cadê os pais dessa doce criança que arrancou a maçaneta da porta do meu carro? Quem vai pagar o prejuízo?
O programa Conexão Repórter com Roberto Cabrini é exibido às quintas-feiras após a Praça é nossa.
É isso.
Abaixo, imagens de um funcionário da Fundação Casa espancado pelos "de menor" e os próprios fazendo uma rebeliãozinha.

A Língua Inglesa é a língua mais usada no mundo. É usada em relações comerciais e até pessoais.
Antigamente era o francês a língua mais usada e o inglês era apenas mero coadjuvante, hoje é diferente.
Mas o inglês caiu no gosto popular e é dito à torta e à direita por gente que gosta de aparecer ou lançar moda. A pronúncia nem sempre é boa.
Já falei aqui sobre os bowls, as tigelas muito usadas em programas de culinária. E por falar em culinária, a chef de cozinha mexia a massa do bolo para fazer um blend; acho que ela queria apenas misturar bem os ingredientes.
Uma mulher chata, fútil e boba do insuportavelmente chato programa Mulheres Ricas sempre diz "hello". Ela parece um travesti com aquele cabelo ultra loiro e maquiagem ultra carregada. Hellooou!
Algum tempo atrás estreou nos cinemas o filme Looper - Assassinos do Futuro.
Na TV Globo estreou a série Revenge. Gosto muito e estou acompanhando desde o início. A série passa na TV paga, mas já está bem adiantada.
No canal de ofertas Mega TV são mostrados e oferecidos produtos e serviços os mais variados e me chamou a atenção pela forma como os endereços são ditos e escritos: 123 da Rua Tal; 345 da Avenida Não Sei das Quantas...
Bom...
Revenge significa vingança.
Looper significa, numa tradução livre, viajante do tempo.
Nos países de Língua Inglesa os endereços são escritos, ditos, usados de maneira diferente da nossa; primeiro vem o número da localidade e depois o nome da rua, avenida, travessa etc... Por exemplo: "123 Main Street".
Engraçado é que tem gente que diz não gostar de inglês, mas que vive usando termos na língua do Tio Sam (Uncle Sam).
Vai entender.
É isso.
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| Loop - Viagem no tempo |
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| Tio Sam (Uncle Sam) |
Peguei uma gripe braba, na verdade, foi a gripe que me pegou.
Me pegou e me derrubou bonitinho; fiquei péssima, com dores nas juntas, nos ossos, na cabeça e em todo meu corpinho acromegálico.
Minha cabeça latejava, marteladas arrebentavam minha nuca, doía demais, minha Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
O bebê dos vizinhos também teve uma noite difícil, nem ele nem eu dormimos direito; dormíamos à prestação e acordávamos com dor.
Eu andava pela casa, conversava com Deus, o Povo lá de Cima e meus gatos.
Pensava se seria melhor ligar para um dos irmãos, ou chamar a Polícia (190) ou o SAMU (192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).
Mas àquela hora da madrugada?! Pensei em chamar um táxi, mas não teria ninguém no ponto às três horas da manhã. Pensei em ir sozinha, mas não tinha condições de dirigir com a cabeça latejante e isso sem contar com o perigo de uma rua escura.
Tomei um remédio forte que o médico disse para tomar apenas em "ocasiões especiais", quando a dor estive lascando mesmo, sabe?
E estava, meu Deus, como estava.
Tomei o remédio e adormeci, acordei com o choro desesperado do bebê dos vizinhos insensíveis, ignorantes, xucros, intolerantes... Vai longe.
O bebê voltou da creche às seis da tarde e desde então chorava e chora o tempo todo. Dorme um pouco e acorda chorando. Os pais e o tio gazela gritam com o menino e o mandam calar a boca, ficar quietinho, deixar de dengo e outros absurdos.
Pelo amor de Deus! Qualquer pessoa, por mais ignorante que seja, sabe muito bem que se um bebê chora demais é porque algo está errado. Ou essa criança tem dor, ou está com fome ou qualquer outra coisa que atrapalhe ou mude a maneira natural dela agir.
Um bebê não pode falar e expressar o que está sentindo, cabe aos pais verificar e se tiver dúvidas, levar ao médico o mais rápido possível. É o mínimo que podem e devem fazer!
Mas não. Gritavam com o menino, xingavam o coitado e a mãe, essa @#$%! insensível e desnaturada, gritava com o coitado e usava palavrões.
O bebê atrapalhava seus afazeres domésticos, que para ela, são mais importantes que a saúde e o bem estar do filho.
O bebê desce da cama e chora, chora, chora até que finalmente ela vai até ele. Ela grita e diz que está lavando roupa e que ele fique quieto!
Se ela desse atenção, mamadeira e pusesse o menino para dormir, talvez ele não chorasse tanto.
Mas quando o pai chega é outra história; essa desnaturada finge amor e carinho ao menino e faz brincadeiras tolas com ele. Fala alto demais, faz voz infantil esganiçada alta demais, tudo demais.
O bebê agora dorme e tomara Deus que ele fique bom. Tomara que ele e eu tenhamos uma boa e tranquila noite de sono. Amém.
Como sempre falo, tem gente que deveria nascer capada. Gente ignorante, impaciente, fria, sem emoção e sem amor não deveria ter filhos.
Desconfio de gente que não gosta de plantas, ou animais ou os dois.
Desconfio de gente prática demais, objetiva demais, "seca" demais.
Começo a melhorar da gripe, graças a Deus, e me deu uma vontade de comer bolo com chá.
Acho que vou fazer.
Preciso ficar boa, tenho minha casa com meus oito gatos para cuidar.
É isso.
