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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

São Sebastião do Rio de Janeiro

                                  


Hoje, vinte de janeiro, é dia de São Sebastião, o santo padroeiro do Rio de Janeiro. 
Salve São Sebastião.
Tenho respeito e carinho por todas as religiões, fés, crenças e filosofias e não considero nenhuma delas a mais certa ou errada. O que importa é a fé.
É isso.

                                
                                    

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Cidades

                                     



Mais um dia frio, cinzento e com a cara de São Paulo.
Li um artigo falando sobre as dez cidades mais feias do mundo e São Paulo estava nessa lista. Discordo!
São Paulo entrou na categoria de as cidades mais feias por ter muito cimento, muito cinza, muito trânsito...
São Paulo é a cidade que não para, que trabalha, que tem pressa, que faz! Desculpa aí.
O autor do artigo ainda disse que toda a beleza parou e ficou só no Rio de Janeiro.
Desculpa aí de novo!
Não conheço o Rio e não tenho nada contra o Rio, afinal de contas, São Paulo e Rio de Janeiro fazem parte do Brasil, mas dizer que toda a beleza ficou só no estado carioca/fluminense já é demais.
Esse autor conhece o Norte/Nordeste? O Centro-Oeste? O Sul do país?
Em cada região do Brasil há belezas imensuráveis!
O Rio é lindo sim, mas tem lá seus problemas também, como todos os outros locais têm.
Meu Santo São Paulo é lindo sim! Mesmo com seu cimento e asfalto em excesso, com seu cinza, seu frio, sua cara carrancuda de quem vive com pressa porque trabalha muito. Alguém tem que trabalhar!
O problema de São Paulo, ou um dos problemas, foi a construção/criação de alguns bairros que por sua vez cresceram de forma desordenada. 
São ruas de ladeira e estreitas demais que não permitem a passagem de veículos maiores, como é o caso do gigantesco bairro de Perus.
Acho bonitinha e romântica a história dos bairros da Casa Verde e do Limão.
Segundo li, é assim: Antigamente os grandes terrenos eram divididos em glebas e depois foram formando-se vilas e bairros. 
Havia um pé de limão que ficava entre duas glebas e a primeira ficou conhecida como o Bairro do Limão e a outra como Casa Verde. A casa do dono das terras era verde e as suas filhas, moças casadoiras, ficavam na janela olhando o movimento, principalmente dos jovens mancebos que lhes faziam a corte. Eram as moças da casa verde. Bonitinho isso.
Mas voltando aos problemas de São Paulo...
São córregos, riachos, arroios e outras fontes de água que antes pipocavam por qualquer cantinho com algum verde e terra em São Paulo, mas que foram canalizados por debaixo da terra e por cima colocaram cimento e asfalto para dar lugar e passagem aos carros.
A natureza aquática de São Paulo das Águas não foi respeitada e por isso, quando chega a época das chuvas, é aquele transtorno na vida dos paulistas e paulistanos.
Um dia me perguntaram como podia eu viver em uma cidade dura, fria e séria como São Paulo se venho de um dos mais belos estados do Nordeste e eu respondi: Para o estrangeiro a beleza do Nordeste resume-se às belas praias, à boa comida e ao fácil turismo sexual, infelizmente. A realidade do Sertão seco, sem trabalho e sem condições de vida não é mostrada ao turista. O povo que no Sertão tenta viver, um dia acaba
 saindo de lá para tentar a vida em São Paulo e por lá fica.
Mamãe dizia que quem bebe da água de São Paulo, de Santo São Paulo não sai mais.
E quem deixa o Nordeste o deixa apenas fisicamente, porque o Nordeste vai dentro da gente e fica lá para sempre.
E eu carrego em mim o orgulho de ser Nordestina, de viver em meu Santo São Paulo e de um dia conhecer as belezas do Rio de Janeiro e de todos os outros estados da nação.
E ao cabra que chamou a cidade do meu Santo São Paulo de feia, é o seguinte: Feio é o seu preconceito, cabra besta!
Me arretei. Pronto.
É isso.


                                   

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Novelas

Ilha Comprida. Litoral Sul de São Paulo
                                 

Gosto às vezes de dar uma olhada nas novelas; não sou de acompanhar muito, mas quando me dá na louca, consigo assistir uns dois ou três capítulos seguidos.
É difícil e na maioria das vezes acabo mudando de canal; sou meio implicante, acho que já deu para perceber.
Começando pela novela das nove, Salve Jorge. A novela é lenta, chata, enfadonha. A delegada, interpretada por Giovanna Antonnelli, está mais para perua deslumbrada do que para uma mulher da lei. Não sou delegada ou policial, mas acredito que perseguir a bandidagem com cabelão, muitas jóias e penduricalhos, não deve ser fácil.
A novela tem atores demais e muitos deles aparecem uma vez na semana. Fiquei surpresa ao ver Stênio Garcia e Cissa Guimarães na trama!
O que fazem ali? Seus papeis têm alguma relação com a história de sequestro de pessoas?
Outra atriz ruinzinha é a Lizandra Souto, ela passa o tempo todo sem fazer nada e veste-se como Carminha de Avenida Brasil. 
Atrizes boas como Natália do Vale e Ana Beatriz Nogueira passam o tempo sentadas no sofá, folheando revistas ou almoçando em restaurantes chiques.
Irrita-me a postura casmurra de Morena, personagem de Nanda Costa. Ela conseguiu ser ajudada e mesmo assim se nega a falar sobre o sequestro e o trabalho forçado na boate.
Abre a boca e fala logo, @#$%&!.
Enrolação do caramba!
Tem também a antipática e arrogante Cleo Pires. Péssima atriz, muito fraquinha, fala baixo, rouco e cheios "x" carioca; tem cara de poucos amigos e se parece com a Maga Patálogica.
Na novela das sete tem o insosso Jesus Luz, a péssima Raquel Bertani, a Analú, e mais uma filha de Glória Pires, Antônia Morais.
Aparecer na mídia porque namorou uma cantora cinquentona americana, ser bonitinha e loirinha de olhos claros ou ser filha de atriz famosa não é prova de talento.
Jesus Luz ficou famoso do dia pra noite porque namorou Madonna e só. O moço é muito ruim e nem é tão bonito assim. Muito forçado.
Raquel Bertani é péssima e não convence como atriz.
Antônia Morais parece ser mais simpática que a irmã Cléo Pires, e é mais bonita também. Tem o rosto grande e os olhos "altos", mas força muito e faz caras e bocas exageradas. Ela deveria atuar com o talento e não com a boca.
A novela Guerra dos Sexos supostamente passa-se em São Paulo, mas o "carioqueix" dos atores e as ubíquas referências ao Rio de Janeiro são demais.
Achei hilária um cena em que as personagens de Glória Pires e Reynaldo Gianecchini são assaltados no Rio e Glória Pires diz em bom "carioqueix que não conhece a cidade, nunca esteve lá, blá, blá, blá.
Será que não daria para amenizar um pouco do sotaque carioca e melhorar um pouco o sotaque paulistano? Falar assim meio italianado? Pelo amor de Deus, meu!
Aliás, já percebi isso, noventa por cento das novelas passam-se no Rio de Janeiro e quando, finalmente, um novela passa-se em São Paulo ou outro estado sempre dão um jeito de mencionar o Rio. Nada contra o belo estado, mas é bairrismo demais.
Outra coisa que detesto é dizer que São Paulo não tem praia, que São Paulo é frio, é cinza, é isso ou aquilo; que paulista é tudo estressado, apressado e outras besteiras.
São Paulo tem praias sim e bonitas! São Paulo tem verão, tem sol.
Paulista trabalha muito, não fica o dia inteiro na praia coçando.
Paulista é sério, trabalhador e gente fina.
Já gosto da novela das seis. Gosto de novela de época e o diálogo entre as personagens é muito bem escrito. Só não, gosto, claro, da personagem de Alessandra Negrini e acho que ela não tem o perfil para fazer novelas de época.
Acho que estou voltando ao normal, e as implicâncias também.
É isso.

                                











domingo, 17 de fevereiro de 2013

Paraty

                               


Paraty é uma cidade histórica que fica no litoral do Rio de Janeiro.
O casario colonial, conhecido como Centro Histórico, é o que dá mais charme e graça ao local.
Tenho muita vontade de conhecer Paraty, principalmente durante FLIP, Festa Literária Internacional de Paraty. Será a união de várias paixões: livros, mar e cidades históricas.
Zapeava pela TV e vi reportagem sobre Paraty com a forçadamente carioca Angélica, que nunca come a comida preparada pelos entrevistados; só finge que come. 
A cidade é simplesmente linda e gostei de saber que tem um vendedor de doces! Angélica comprou um doce de coco que parecia estar divino.
Quero ir e vou a Paraty e a outros lugares. Vou mandar fazer a revisão do possante e dos meus joelhos com artrose. Dirigir com segurança e responsabilidade é preciso.
Não sei ainda quando nem como, mas eu vou.
É isso.

                      
                                  
                                 

                            

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sentimento

                               


As fortes chuvas de verão fizeram novas vítimas em Xerém, Rio de Janeiro.
Infelizmente.
Vejo no noticiário que o cantor Zeca Pagodinho, que tem uma chácara no bairro, ajuda as vítimas e abre suas portas para os desabrigados. Nobilíssimo gesto.
Sempre achei que o Zeca Pagodinho tem cara de malandro, malandro bom. Toma suas cervejas e é devoto de São Jorge, o santo do Timão.
Salve Jorge! Vai Curinthia.
Bom...
Achei muito bacana o que Zeca Pagodinho fez pelas pessoas em um momento de tanta angústia e desespero. Adorei a simplicidade dele, não se importou com aparência simples e sem retoques de maquiagem diante das câmeras que o fotografaram ou filmaram.Têm celebridades que não saem do quarto sem que estejam com as camadas de maquiagem.
O que me irritou foi a pergunta besta, pública e notória que todo jornalista/repórter gosta de fazer: "Qual o sentimento? O que você está sentindo?"
Pelo amor de Deus! O que poderia sentir uma pessoa que passa por uma dificuldade, que perde o pouco que tem, que perde entes queridos e/ou passa por outras situações difíceis? Sentiria o quê? Alegria?!
Parece que é a primeira coisa que aprendem no curso de jornalismo, perguntar o que o entrevistado está sentido ou qual o sentimento.
O repórter do Fantástico fez essa inédita e exclusiva pergunta a Zeca Pagodinho: "Qual o sentimento?"
Ele não respondeu, saiu para ajudar ainda mais.
Ainda bem.

                              

sábado, 11 de agosto de 2012

Língua Portuguesa

                                              

"... inculta e bela", Olavo Bilac.
Sou patriota e bairrista assumida, mas respeito sempre a tudo e a todos.
Aliás, respeito é o meu lema, é minha palavra de ordem. Vivemos em um mundo tão complicado onde pessoas se julgam no direito de violar, matar, destruir aquilo que não entendem e não aceitam.
Se não entende não aceita, se não aceita não entende. Forças proporcionalmente inversas.
Inversamente proporcional à cultura, tecnologia, modernidade, comunicação e ao avanço que temos hoje: avanço em várias áreas da Sociedade, Medicina, Educação, Tecnologia, tal e coisa, coisa e tal.
À medida que avançamos em algumas áreas parece que retrocedemos em outras, principalmente na área das relações humanas.
É gente explodindo templos, atirando em pessoas de religiões, culturas e etnias (evito o termo raça, pois para mim só existe uma raça: a Raça Humana!) diferentes. Pra que isso, meu Deus do céu?!
Bom, mas eu falava sobre a bela Língua Portuguesa...
Esta também sofre violência por parte de seus falantes nativos que a falam e a escrevem com um desrespeito e descaso desmedidos!
É aí que entra meu bairrismo e meu patriotismo. Explico.
Para começar, parece que o Infinitivo (forma natural do verbo, sem conjugação) caiu em desuso e as pessoas "comem" a letra "R" ao falar e ao escrever. Na forma oral até que passa despercebido, mas na forma escrita confunde o leitor. Por exemplo:
"Ele vai fala(r), Ela vai liga(r), Nós vamos dize(r), Você vai pega(r)..."
Entenderam?
Vejo muito disso nas redes sociais, principalmente no Facebook, e isso escrito por estudantes de Direito, Enfermagem, Administração... Os futuros "dotôs" e "dotôras" estão massacrando a Língua Portuguesa e não percebem. Jesus!
Escrevem: "Muleke, 9dade(novidade), naum (não), aki (aqui), voçe (você)..."
Outra barbaridade é a falta da letra "U" no final dos verbos conjugados no Pretérito Perfeito: "Ele falo (falou), Ela pego (pegou), Você comento (comentou)..."
De novo: Na forma oral entende-se perfeitamente, mas na forma escrita confunde o leitor.
Confunde porque não sei a pessoa já praticou a ação, vai praticar ou não! É preciso Caetenear para entender o abuso imposto à nossa bela língua pátria.
Para piorar, ainda inventaram esse inútil e besta Acordo Ortográfico que tirou acentos gráficos das palavras; agora é voo, enjoo, ideia, linguiça... tudo sem acento. A desculpa dada é para aproximar os países lusófonos (falantes da Língua Portuguesa). Pode até ser na forma escrita, mas na forma oral (falada) e cultural cada um tem sua própria marca, seu estilo.
E qual a desculpa para isso? Para facilitar a vida do pobre estudante?
Ora! Me "pópi", como dizia papai.
Em um país continental que fala uma única língua (oficialmente), o estudante tem mais é que estudar mesmo e procurar escrever corretamente! 
Já pensou se aqui a população falasse quatro línguas ou mais como em muitos países europeus?
Tive professores que me chamaram de radical e assumo o adjetivo com orgulho.
Claro, não queremos ter/ver jovens e a população em geral dizendo: "Vossa Mercê, ó nobre rapariga, gostaria de me acompanhar ao cinematógrafo? Preciso apenas trocar o pneumático de meu automóvel que se encontra desprovido de ar".
Hoje dizem: "Vai colar na balada? Vai rolar quero tchu tcha, tchererê, lê, lê, oi, oi, oi..."
Como o perdão das palavras.
Bom,
Outro absurdo cometido é o tal do "Pra mim fazer, Pra mim isso, Pra mim aquilo".
Pra mim não conjuga verbo, certo? 
Por exemplo: "Ele deu o livro pra mim", correto.
"Ele deu o livro pra mim ler", incorreto.
"Ele deu o livro para eu ler", correto.
Outra aberração: "Menas". 
"Tinha menas pessoas, menas gente, menas vezes..." Menos é invariável, então é sempre "Menos pessoas, Menos gente, Menos vezes", menos qualquer coisa!
Mais: A gente= Nós, Pessoas.
Agente= agente secreto, agente químico etc...
Outra coisa que me incomoda é a imposição linguística (gostava mais do trema na palavra, mas esse bendito acordo ortográfico!) imposta por poderosos e influentes meios de comunicação. Usei "imposição e imposta" para enfatizar o que quero dizer. Beleza?
Interessante que artistas, jornalistas e afins que vêm de outros estados brasileiros precisam "perder" o sotaque para se encaixarem nos padrões globais de televisão. Até entendo que precisem suavizar o sotaque para que possam ser compreendidos pelos outros brasileiros das outras regiões do país. Imaginemos: "O guri comeu cacetinhos e negrinhos; A macaxeira e o jerimum estavam arretados de bom".
Nem todos entenderiam os significados de cacetinhos, negrinhos, macaxeira e jerimum, (baguete, brigadeiro, mandioca ou aipim e abóbora, respectivamente).
Até aí, tudo bem.
Mas não vejo porque artistas precisam tanto falar um "carioqueixxx" forçado. Nada contra a bela cidade maravilhosa do Rio de Janeiro.
Faustão e Luciano Huck são paulistanos/paulistas e falam normalmente sem carregar em um forçado sotaque carioca como faz Angélica, que é paulistana do ABC (Santo André, São Bernardo, São Caetano).
Em um domingo zapeava pelos canais de TV e paro no programa do Faustão, uma ex bailarina com corpão e cérebro inversamente proporcionais e com pretensões intelectuais falava sobre "teixxxto, méidico, naisceu, culégio..."
Parece que excluíram os acentos gráficos das palavras e adicionaram a letra "i" à elas. 
Repito, procuro respeitar a tudo e a todos, mas por que tenho que aceitar imposições e ditaduras linguísticas? 
Essa ex bailarina do Faustão parece que gosta de forçar mesmo o "carioqueixxx" e isso fica um tanto quanto "irritainte".
Não dá.
São coisas que adoro detestar. Desculpa aí.
Não bastava "comer" o "U e o R" das palavras, não bastava impor sotaques, não bastava o abuso feito à nobre Língua Portuguesa, tinha que detonar mais ainda com música ruim.
Meu Deus, o que estão fazendo com nossa cultura, nossa música, nossa língua?
Vou parar por aqui se não isso vai virar um "teixxxto enorrrrrrrme"...
Lê, lê, lê...
Na boa.
É isso.

                                        

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Queria dormir, mas...

meus simpáticos e mal educados vizinhos não permitiram. De novo.
Ontem, sábado, fui para a cama com dor de cabeça; tomei os remédios e tentei dormir. Tentei.
Os vizinhos falavam alto, riam, assistiam TV e isso foi até as duas horas da manhã. 
Eu tenho sono leve e qualquer barulhinho me acorda e é muito difícil eu voltar a dormir; fico agitada, ando pela casa, converso com os gatos.
Agora os @#$%&*¨ dos vizinhos dormem tranquilamente e eu não. O jeito foi me levantar e assistir ao desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro. Muito bonito.
Agora assisto a Pequenas Empresas Grandes Negócios e a seguir o meu programa favorito: Globo Rural.
Já cuidei da minha gataiada e decidi escrever um pouco. O jornal já chegou, Estadão, mas será lido mais tarde, assim que a dor de cabeça diminuir um pouco.
Vou fazer café; li em alguma revista que a cafeína potencializa ou facilita, sei lá, o efeito dos remédios. Legal.
Daqui a pouco os vizinhos acordam e ligam o som e sou obrigada a ouvir músicas tecno bregas, pseudo forrós, Shakira, músicas de festa/balada e mais conhecidas como "bate estaca", manés "cantando" em "ingrêis" e até músicas românticas. Minha Nossa Senhora!
Tem uma que é muito ruim, muito tosca, muito ridícula mesmo. É mais ou menos assim:
"Eu era uma moça linda e você me seduziu. Nosso amor nasceu, nasceu. Você me abandonou. Nosso amor morreu, morreu. Nosso filho nasceu, nasceu. Agora falta leite Ninho para nosso filhinho".
É muita poesia.
Mas deixe estar. Estou preparada para o contra ataque. Se tocar Shakira, pseudo forró, tecno brega e melô do leite Ninho, eu toco Rock n´Roll, Heavy Metal, Hard Rock, Grunge...
Ramones, Nirvana, Pearl Jam, Metallica estão a postos.
Sou da paz, mas não há paz que resista a insônia, falta de educação, desrespeito e principalmente e muito pior: péssimo gosto musical.