terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Ciência

                               

Quando eu era criança me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse e já quis ser médica pediatra, agrônoma, veterinária e cientista, mas acabei sendo professora mesmo.
No nosso velho Sertão, cientista era a pessoa que fazia benzeduras, fazia combinações de chás e ervas e às vezes previa o futuro, um curandeiro.
Mas eu não queria ser esse tipo de cientista, eu queria ser igual aos cientistas que via na televisão: pesquisavam, estudavam, descobriam doenças, descobriam curas; eu adorava o conhecimento, adorava descobrir, aprender e me admirar com as novas descobertas.
Eu nascera com o dom para a Ciência, pois quebrava os ovos das galinhas, patas, peruas e outras aves para descobrir o que tinha dentro.
Bom...
Li um artigo na revista Galileu que trazia provas científicas sobre visões, aparições e visões durante o coma e tudo era atribuído ao efeito dos remédios, stress, indução e outros fatores.
Discordo em parte.
Claro, nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai.
Como já disse Shakespeare: "Há mais coisas entre o céu e a Terra do que sonha nossa vã filosofia"
Será que tudo tem explicação científica? A Ciência explica tudo mesmo?
Há controvérsia.
Acredito que não podemos ser totalmente céticos nem totalmente crentes, é preciso haver um equilíbrio, senão vira fanatismo e intolerância.
Discordei do artigo porque dizia que as visões que ocorrem durante o coma são causadas pelos fortes e poderosos medicamentos que os pacientes tomam, mas será que isso explica tudo?
Acho que não. Ficaria prático, frio e calculista demais.
Será que algum cientista desse já esteve em coma e viu coisas e seres horríveis, malévolos, perversos? Será que temeram por suas vidas durante as visões dessas coisas e seres?
Sei lá, nem um lado está totalmente certo ou errado, é preciso sempre considerar.
Já disse Confúcio: "Tolo é o homem em que tudo crê e tolo é o homem em que nada crê"
Eu sei o que vi.
É isso.

                                  

                                   

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Versão

                                 

Mais uma de implicância.
Sonhei com mamãe. Ela estava sentada no sofá ao lado de uma menina e eu estava atarefada com alguma coisa, ela me chama: "Vem filha, vai começar o programa".
Eu me sentei ao lado dela e juntas, assistíamos a um programa musical. Uma moça estrangeira cantava uma canção em inglês e uma mocinha cantava uma versão em português, mamãe dizia: "Mas que mania que o povo tem de fazer versão ruim com a música dos outros. Não tem competência para escrever a própria música, copia a dos outros e faz versão bem ruim"
Acordei com a implicância de mamãe e foi tão bom revê-la. É sempre tão bom.
Levanto, faço as minhas coisas, vou ao médico e volto para casa e ao voltar, os vizinhos tocam suas musiquinhas horrendas e algumas delas são versões bem toscas de sucessos dos anos setenta e oitenta.
É, pelo visto implicância e "inguinórança" são hereditárias.
É isso.

                                     

Sentimento

                               


As fortes chuvas de verão fizeram novas vítimas em Xerém, Rio de Janeiro.
Infelizmente.
Vejo no noticiário que o cantor Zeca Pagodinho, que tem uma chácara no bairro, ajuda as vítimas e abre suas portas para os desabrigados. Nobilíssimo gesto.
Sempre achei que o Zeca Pagodinho tem cara de malandro, malandro bom. Toma suas cervejas e é devoto de São Jorge, o santo do Timão.
Salve Jorge! Vai Curinthia.
Bom...
Achei muito bacana o que Zeca Pagodinho fez pelas pessoas em um momento de tanta angústia e desespero. Adorei a simplicidade dele, não se importou com aparência simples e sem retoques de maquiagem diante das câmeras que o fotografaram ou filmaram.Têm celebridades que não saem do quarto sem que estejam com as camadas de maquiagem.
O que me irritou foi a pergunta besta, pública e notória que todo jornalista/repórter gosta de fazer: "Qual o sentimento? O que você está sentindo?"
Pelo amor de Deus! O que poderia sentir uma pessoa que passa por uma dificuldade, que perde o pouco que tem, que perde entes queridos e/ou passa por outras situações difíceis? Sentiria o quê? Alegria?!
Parece que é a primeira coisa que aprendem no curso de jornalismo, perguntar o que o entrevistado está sentido ou qual o sentimento.
O repórter do Fantástico fez essa inédita e exclusiva pergunta a Zeca Pagodinho: "Qual o sentimento?"
Ele não respondeu, saiu para ajudar ainda mais.
Ainda bem.

                              

Normas

                             


Tomo mensalmente minha dose de Sandostatin-LAR (Acetato de Octreotide) e costumava ir à CPA da Unimed, mas mudei meu convênio médico. Liguei para saber em que clínica ou hospital ou poderia tomar a injeção, uma vez que não pode ser aplicado em farmácias, e fui informada que poderia ir a qualquer hospital da rede conveniada. Beleza.
O jeito foi ir ao Hospital Nipo Brasileiro; não gosto muito, mas é o mais próximo de onde moro. Saí de casa munida de documentos, papelada da Farmácia Alto Custo e o remédio cuidadosamente armazenado na caixa de isopor com gelo. OK.
Faço a ficha e perguntam o motivo da consulta e eu digo que vim para tomar minha injeção e a trouxe comigo. Depois da ficha feita passo pela triagem e tenho glicemia e pressão arterial medidas; glicemia está boa mas a pressão estava 17x11. Alta. Na triagem perguntaram a mesma e eu respondi a mesma coisa: vou tomar injeção e blá, blá, blá...
Saio da triagem e aguardo na sala de espera e sou observada, como sempre. Dá vontade de perguntar a esses que me olham se querem minha foto autografada. Saco! Esse povo não tem espelho em casa?!
A médica me chama e relato o fato, de novo. Ela me entrega a papelada e diz para ir seguir até o fim da linha amarela e lá chegando, uma funcionária pede a papelada, pergunta o que é e diz para eu entregar na sala de medicação.
Aguardo.
Uma jovem enfermeira pega a papelada e chama a enfermeira chefe; conversam, gesticulam, me olham e me chamam: "Não podemos aplicar a medicação, senhora. É norma do hospital não aplicar medicamentos que venham de fora".
Me arretei, educadamente, mas me arretei.
Expliquei tooooooooooooda a história de novo, disse que preciso tomar a injeção, mostrei os laudos médicos, a solicitação do médico para que fosse aplicado o remédio, a papelada da Farmácia Alto Custo... Ufa"
Nem assim resolveu. Nem sabiam o que é a tal da Farmácia Alto Custo e disseram para eu voltar hoje às sete horas da manhã para conversar com a fulana de tal que manda geral na bagaça e isso tudo ainda nem garantiria que a injeção fosse aplicada. 
Não vou perder meu tempo, não vou voltar a um lugar que não gosto, não vou lá para bater papo, necessito apenas que a droga seja aplicada, só isso. 
Entendo que há normas e estas devem ser respeitadas, mas existem exceções também. Levei toda a documentação necessária, levei o remédio e acho que meu carão acromegálico é prova suficiente.
Bom, para não me estressar mais e fazer a pressão desembestar mais ainda, voltei para casa e hoje cedo fui levar os exames para o médico com corpinho de caminhoneiro.
Vou procurar um modo de tomar essa bendita injeção.
É isso.

                                 

                                

sábado, 5 de janeiro de 2013

Incomodar

                              

Não dormi bem noite passada, as dores nas pernas incomodaram bastante.
Fiz limpeza ontem e esse é um dos motivos das minhas dores e entrevamento. Não fiz nada demais, apenas afastei os móveis mais leves, como sofás e cadeiras e limpei o chão, mas isso foi suficiente para causar todo o problema.
Desisti de esfregar azulejos, portas e janelas; não aguento.
Andei pela casa, fiz massagem nas pernas, virei e revirei na cama e, finalmente, lá pelas quatro horas da manhã, consegui dar uma madorna (cochilo), como dizia mamãe.
Mas eis que às oito horas da manhã tocam a campainha, era um grupo de religiosos querendo falar com o responsável pela residência e eu disse, pela janelinha da porta: "Não tem ninguém em casa".
Volto para a cama e o telefone toca, era meu irmão Rogério confirmando minha ilustre presença ao churrasco em sua casa.
Beleza.
Começo a adormecer e tocam a campainha, de novo. Era meu irmão Naldão com seus quase duzentos quilos de teimosia, cegueira de consciência, comilança e arrogância. Veio chorar as pitangas e perguntar se poderia ir comigo à casa do nosso irmão. 
Pensei e falei: "@!#$%&!!!", já não disse para não aparecer antes das dez ou onze horas da manhã? Hoje é sábado e preciso aproveitar o raro silêncio para descansar, tive mais uma noite de dor e insônia. Por que não ligou, @!#$%&?!".
Meu irmão Naldão é agoniado, quer ser o primeiro a chegar aos locais, ainda mais se envolver comida e bebida; Coca Cola, de preferência.
Ele queria que saíssemos daqui à uma hora da tarde, mas eu não estava bem e havia tomado os remédios e precisava esperar um pouco; não vou dirigir com tonturas e mal estar.
Gosta tanto de carro? Aprende a dirigir e compra um!
Não, não sou uma pessoa má, muito pelo contrário, mas o que incomoda e enche o saco é a cara de pau, o comodismo, a folga mesmo. Já inventaram uma coisa chamada ônibus, para quem não sabe. Antes de conseguir comprar meu carro, eu tomava quatro conduções para ir ao trabalho e não morri por isso, e era na época que tinha a coluna torta e dolorida.
Não gosto dessa história de encher o carro de gente, de dar carona, ainda mais se a pessoa ou pessoas são obesas demais; caso do meu irmão Naldão.
Meu carro é pequeno e meu irmão só cabe na frente; é até vergonhoso.
Tive que levar um conhecido com mobilidade reduzida para casa e meu irmão queria ir junto no banco de trás, não coube. E nem assim o cara se conscientiza. 
Pelo amor de Deus!
Não falo/falamos por mal, queremos que o cara veja o quão pesado está e que sua saúde e sua vida correm riscos. Mas quem disse que ele quer ouvir?
E além do mais, quem arca com as despesas do carro sou eu e ninguém nunca se oferece para ajudar com o combustível ou pedágio.
Estou sem saco, sem paciência; tolerância zero para gente folgada, acomodada, comilona, autodestrutiva.
Meu carro é para uso próprio, para me levar aos médicos, laboratórios, consultas, supermercados e afins.
Uma carona uma vez ou outra tudo bem, mas fazer disso uma obrigação, não dá.
Desculpem, mas tive uma noite péssima com dores fortes e uma manhã com gente me incomodando.
Sou humana, demasiado humana e tento viver minha vida sem incomodar ninguém.
Todos temos frustrações que justificam nossas atitudes perante a vida e a nós mesmos e por mais compreensiva que eu possa ser, não posso mudar essas pessoas e muito menos me anular para viver suas vidas e resolver seus problemas. Já fiz muito isso e a ficha finalmente caiu.
Estou meio arretada hoje.
É isso.

                                   

Depois da passagem do furacão Beatriz

Morena Rosa
Léo Caramelo subiu no telhado
Ébano Nêgo Lindo
Branca
Alice
Minha Aurora, favorita em todo o Universo
Dormindo sobre o conhecimento
Muito cansado
Cássio Antônio

Gatos e Beatriz

Bibi e Cássio Antônio
Bibi disse que adorou Cássio Antônio e ele a adorou também
Bibi e Ramones - Rock'n'Roll
Era para ser o símbolo do Rock, mas acabou saindo o símbolo do Surf
Inteligência acima da média e acima da minha no quesito jogos on line
Beatriz jogando no computador
Beatriz, Cássio Antônio e as flores de verdade

Visita Ilustre

                              

Minha irmã Rosi ligou ontem perguntando se eu iria sair hoje, sexta-feira, e eu disse que não, sexta-feira é dia de limpeza.
Ela perguntou se poderia deixar Beatriz algumas horas comigo porque ela ficaria a parte da tarde na lojinha do nosso irmão Fubá. Beleza.
Levantei cedo, fiz alguns dos movimentos que aprendi na fisioterapia para aquecer e ajudar a desentrevar, tomei meus remédios e saí da cama que nem múmia. Está difícil e doloroso.
Estou preocupada com minha situação, as dores estão mais intensas e duradouras, as articulações/juntas estão tão duras, pesadas e os remédios não ajudam muito.
Liguei para os médicos, mas só a partir do dia sete. Depois vem o Carnaval... O ano realmente começa depois do Carnaval. Oba, Oba! É o Brasil, o país do futuro.
Bom...
Beatriz chega, mas veio muito mais interessada em conhecer Cássio Antônio pessoalmente a ficar comigo.
Lemos trechos do livro "Diário de um Banana", assistiu TV, fez mil perguntas, perseguiu os gatos e fez inúmeros comentários. Senti uma certa insegurança em um "segredo" que ela me contou e isso me remeteu à minha infância não muito feliz. Fui feliz até os cinco anos sob o amor incondicional dos meus avôs José e Paipreto, lá em Pernambuco, mas ao pisar em terras paulistanas, me lasquei, como diria mamãe.
Sim...
Beatriz disse: "Tia Rejane, eu não sou alta?"
"Claro que é, Bibi! É por isso que eu te chamo de seriema, lembra?"
Perguntei porque ela me perguntara aquilo e ela disse que a filha de uma amiga da mãe dela disse assim: "Você tem seis anos?! Desse tamaninho?!"
Eu disse a ela para não ligar, isso é coisa de gente boba e invejosa e quando alguém falasse isso, ela deveria mostrar o cotovelo e dizer: "Você está com dor de cotovelo!", e se a parada engrossar, chama nóis.
Depois desse simples conselho ela disse que a TV estava chata e se poderia tocar alguns CD´s e eu permiti, claro. Mostrei-lhe alguns dos meus CD´s entre MPB, Rock'n'Roll, músicas étnicas (Irlanda, África, Cigana), Pop etc...
Ela ficou curiosa com a capa do CD dos Ramones e perguntou que tipo de música era aquela e eu disse que é Punk Rock; ouvimos. Depois ela quis tocar a trilha do filme "Eu, Tu, Eles", na voz de Gilberto Gil e depois ouvimos Gipsy Kings.
O vizinho tocava suas músicas horrendas e Beatriz perguntou se aquelas músicas eram legais; não, obviamente não.
Perguntei se estava com fome e ela pediu tapioca com coco e leite condensado. Depois foi ao quintal e me chamou, queria saber se as plantas eram de verdade ou de mentira e eu disse que não gosto de plantas e flores artificiais, só naturais. E ela desembestou a falar: "As plantas de mentira não têm cheiro e aí, os insetos vêm cheirar e são enganados. Não é justo, não é tia Rejane? As abelhas, as borboletas e as joaninhas voam um tempão e quando encontram as plantas, elas são de mentira, aí as coitadas perderam tempo, não é?".
Lembrei do livro "A Abelhinha Feliz", meu primeiro livro, presente da professora da terceira série, Dona Maria Thereza.
Segurou alguns gatos, os mais espertos sumiram; cheirou as flores, tomou água de coco e enquanto eu preparava a tapioca, pedi-lhe que abrisse o armário da cozinha e procurasse o leite condensado e o coco ralado e ela observou: "Nossa, tia Rejane, você compra bastante coisa, né? Parece casa de rico". 
Respondi-lhe que gosto de ver fartura, de não faltar nada, de procurar o que comer e encontrar, graças a Deus. Fez-me lembrar de quando mamãe voltava da casa do tio José de Recife com a sacola cheia de alimentos. Essa é uma das memórias mais fortes e emocionantes para mim.
Depois de comermos a tapioca fomos para a sala e ela pediu para usar o computador; deixei, claro.
Ela viu o ícone na tela e disse: "É o Google? Vou colocar uns jogos legais, quer ver? Têm três tipos de jogos, mas eu vou colocar o mais fácil porque você não vai conseguir jogar os outros, é muito difícil".
De fato, ela colocou um joguinho de fogo e água e eu era o fogo e obviamente, claramente, redondamente, caí na água e apaguei. Me atrapalhei com as teclas e não tenho essa coordenação de mão e olho,( "eye-hand coordination). Acho curioso e interessante como jogadores de jogos eletrônicos conseguem usar vários comandos ao mesmo tempo e seguir com o jogo; se fosse eu, o jogo duraria uma eternidade e ficaria para sempre na mesma fase, dá não.
Não tenho esse talento, sou ignorante assumida e só sei ler e escrever razoavelmente, e olhe lá.
São os tempos modernos.
Beatriz me visitou após muito tempo, geralmente eu que vou à casa dela, e essa menina linda, teimosa, inteligente e "terrivi" proporcionou algumas horas de paz em meio às artes e traquinagens e trouxe boas lembranças.
Em um dado momento me perguntei: "Onde é que desliga a pilha dessa menina? É muita energia, 'guento' não. Afe Maria!'.
Baixarei as fotos da ilustre visita a seguir.
É isso.

                               

                             




quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Entrevar

                        

Falei recentemente, em um postagem, sobre minha dificuldade para andar, levantar, movimentar etc...
Está cada vez mais difícil andar, me levantar dos lugares e fazer as coisas.
Fui ao meu querido bairro da Penha na ZL e tive uma dificuldade tremenda para descer do carro e caminhar. Minhas pernas estavam pesadas, adormecidas, molengas e eu fiquei bastante triste e preocupada. Fiquei com medo de cair da escada rolante ou nas ruas estreitas e de ladeira do bairro.
Em um dos exames de rotina eu havia dito ao ortopedista que fizera minha cirurgia de artrodese que eu estava me sentindo igual a antes da cirurgia: o peso nas pernas, as dores, o entrevar, mas ele disse que isso não era possível, pois o procedimento ainda era recente.
Fui a outro ortopedista e ele confirmou o diagnóstico baseando-se nas radiografias e na minha mobilidade reduzida e disse que precisa de mais exames para um diagnóstico mais completo e seguro. A Acromegalia intensifica o problema já existente.
Aí é que está o problema! O convênio médico não quer liberar os exames.
Remédios e fisioterapia aliviam um pouco o problema, mas não o resolvem.
Está complicado.
Estou tendo dificuldade para me levantar da cama, as dores e o entrevamento "agarram" minhas pernas e "amarram" um peso a elas. 
Sei lá, não está fácil não.
É isso.




                             

                                  

Feliz 2013

                               


Feliz 2013 a todos!
Bom...
Fiquei um tempo sem computador, o superaquecimento voltou e o técnico disse que não tinha mais jeito e seu eu decidisse mesmo por consertá-lo, o molho sairia mais caro que o frango. Melhor não. E nem de frango eu gosto.
Estava com algumas ideias em mente para blogar, mas agora que o problema foi resolvido, as ideias estão em férias. Mas daqui a pouco elas voltam; as ideias, claro.
É isso, por enquanto.