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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Baque

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Dois meses depois de me recuperar de um baque, levo outro. 
Fiquei doente, me recuperei, fiquei doente de novo e quando começo a me recuperar, lá vem uma gripe braba que me derrubou.
Haja resistência, imunidade, saúde.
Levantei, nem café fiz, e voltei para a cama. Dormi pesadamente e estava tão cansada.
Consultas e exames agendados; alguns serão pagos, já que não tem vaga e a espera é longa. E não vejo a hora de voltar ao médico, entregar-lhe os exames e saber qual será o próximo passo e me livrar de tudo isso.
Ainda têm consulta e exames de outras especialidades médicas: endocrinologia, cardiologia, neurocirurgia, oftalmologia...
Tenho estado meio tristonha e com minhas revoltas e questionamentos habituais.
Liguei a TV, assisti aos programas de culinária e fiquei com vontade de experimentar um fettuccine com molho de sobras de strogonoff. Parecia tão delicioso, além de fugir do molho de tomate tradicional e do molho branco.
Eu gostava quando mamãe misturava molho de carne ao molho de tomate, o spaghetti ficava delicioso.
Levantei, cozinhei legumes e fiz sopa de feijão; dá sustança. Bati beterraba com cenoura e fiz um suco de cor bonita. Tomo sucos sem coar, a parte boa está exatamente no bagaço, que é jogado fora.
Friozinho e vai esfriar ainda mais.
Queria tanto andar e dirigir para poder fazer minhas coisas.
É isso.



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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Rigatone

                            


Tem estado mais fresquinho, graças a Deus. O calorão de quase quarenta graus deu uma trégua. Ainda bem!
Como cariocas, nortistas, nordestinos, pessoal do centro-oeste e de outras áreas quentes do país e do mundo aguentam essa quentura toda?
Sou nordestina fake/falsie, como diz uma colega de trabalho, por não gostar de muito calor. Acho que nasci no lugar errado.
Gataida agora dorme após a noitada de bagunça, correria e destruição de objetos inocentes pela casa.
Levantei cedo, tive pesadelos de novo, fiz café e tapioca e assisti aos programas matinais. Gosto dos de culinária e artesanato.
A água já acabou, só temos das sete da manhã até a uma hora da tarde, e estou preocupada com a situação.
E por falar em culinária...
Vou fazer rigatone, aquele macarrão que parece um cano todo riscadinho, com molho de carne. Cortei bifes em filezinhos, temperei, cozinhei e depois adicionarei o molho de tomate.
Vou fazer também um pudim de leite condensado diferente, que não leva ovos. Apenas duas latas de leite condensado e dois potes de iogurte natural. Bate tudo no liquidificador, despeja em forma caramelizada e assa em banho-maria.
Vamos ver se presta, como dizia mamãe.
Andei abusando da lactose esses dias e depois vêm as consequências: dores no estômago, um certo mal estar e prisão de ventre; além dos gases tóxicos que poluem a camada de ozônio.
Bom...
Vou ligar para combinar com o taxista para amanhã e, antes de sair à rua, vou ficar mais ligada no movimento, principalmente o de bicicletas.
Fiquei muito impressionada com isso.
Não vejo a hora de resolver meus problemas de saúde e voltar a ter uma vida normal. 
É isso.



                                   

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Reality de Culinária

                                


Frio.
Fez um calorão até terça-feira e de quarta pra cá tem chovido, ventado e esfriado.
Esse tempinho é bom para ficar em casa, debaixo das cobertas, tomando um café quentinho, lendo, assistindo TV e vendo as artes dos gatos ao vivo e à cores.
A moda dos programas de TV agora são os tais dos "Realities" de culinária, famosos cozinhando, crianças cozinhando, todo mundo cozinhando.
Impliquei com isso, claro.
Adoro assistir a programas de culinária, mas com pessoas reais, que fazem comida de verdade e comem de verdade! Gosto do Olivier, Rodrigo Hillbert, Claude Troisgrois, Rita Lobo, Palmirinha, Ana Maria Braga e a Bela Gil, que é natureba mas prepara comida palatável.
A moda pegou e agora temos atrizes sem graça, magricelas e que mal comem, mas que se meteram a cozinhar e a ter um programa para chamar de seu: Carolina Ferraz.
Jornalistas experientes que atormentam participantes de um Reality lhes dizendo o tempo que lhes restam para concluir o prato: Ana Paula Padrão. Ela é melhor na bancada de um telejornal.
Crianças lidando com objetos cortantes e perigosos na cozinha de um Reality da Espanha. 
Uma menina chatinha, saidinha, metidinha, chamada de mini chef, que adora dar conselhos utilíssimos como se fosse muito adulta e experiente e que só sabe fazer sucos de frutas: Rebecca Chamma.
Uma senhora meio bicho grilo que prende o cabelo de modo estranho e faz umas gororobas estranhas e metidas a natureba: Neka Menna Barreto. A senhora também desperdiça muitos alimentos, o que é uma pena. Esses dias ela derreteu chocolate e fez uma placa grande que foi enfiada em um bloco de cinco litros de sorvete. Depois bateu frutas vermelhas no liquidificador e jogou sobre o sorvete. Achando pouco, bateu depois manga e jogou sobre aquela aberração culinária e ainda arrematou a obra jogando frutinhas por cima.
Um baita desperdício!
Para onde vai toda aquela comida? Para que usar todos os cinco litros de sorvete que ficou derretendo ali à temperatura ambiente? Não bastava usar algumas bolas?
Gosto de comida de verdade, simples e sem frescuras. E sem desperdício.
E já que a moda é todo mundo cozinhando, vou criar meu próprio Reality de bolos, tortas e pudins, minhas especialidades. Começarei com bolo de coco, o favorita da minha sobrinha Beatriz e depois o pudim de abacaxi, o favorito de papai, meu cunhado e meu irmão caçula.
Tudo simples, gostoso e sem desperdício.
É isso.



                     



                                     

                                      



                                      

domingo, 26 de janeiro de 2014

Dona Benta e Tia Anastácia

                                 





Gosto de cozinhar, principalmente de preparar bolos, tortas e guloseimas doces.
Gosto de assistir a programas de culinária, artesanato, filmes antigos e programas infantis.
Tem um livro de receitas que é meu sonho de consumo e não sei porque ainda não o tenho. É o livro "Dona Benta", um clássico da literatura culinária.
Para mim o livro deveria receber o título de "Tia Anastácia", porque era ela quem cozinhava, preparava aqueles quitutes de dar água boca e ainda cuidava da casa, das plantas, das coisas... E a Dona Benta ficava só de boa, "na sussa", sem fazer nada.
Bom...
Além do livro de receitas preciso também de novas formas de bolo; as minhas estão horríveis, todas velhinhas, tortinhas, "desbeiçadas", amassadas... Muitas são ainda do tempo de papai e mamãe. 
Eu havia comprado umas boas formas há um tempo atrás, mas o problema é que as pessoas "se esquecem" de devolver e lá se vão formas, potes do tipo "tapué - Tupperware"...
É isso.





quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Atual e Antigo

                                   



Gosto de levantar cedo. 
Parece que o dia rende mais e temos mais disposição.
Detesto noites de insônia e quando o sono finalmente chega, já é hora de começar o dia. Aí ficamos sonolentos, de mau humor, estressados e o dia demora a passar.
Liguei a TV para assistir aos noticiários matinais e logo após começa o programa Mais Você com a Ana Maria Braga. Mas eu raramente consigo assistir ao programa do início ao fim, acabo sempre cochilando e depois assisto a reprise no Canal Viva, por volta das sete da noite.
A voz lenta de Ana Maria Braga é um ótimo sonífero. Na boa.
Gosto do programa, principalmente da parte culinária; adoro receitas.
Gosto também das dicas sobre moda, comportamento etc... e adorei as dicas sobre como variar os looks com camisa branca. Adoro camisas brancas e as minhas já estão amareladas pelo uso e pelo tempo.
Bom...
Cochilei e acordei com uma música chata, repetitiva, enfadonha... Que porcaria é essa? Pelo amor de Deus!
Estava meio sonolenta e acho que era o tal do Naldo Benny cantando uma de suas porcarias.
E por falar em porcaria.... era só o que tinha no tal do Show da Virada, salvo raras exceções. Melhor ler; li o jornal e três revistas.
Mudei de canal; gosto de assistir a um programa de artesanato na TV Gazeta; adoro culinária e artesanato.
Mudo de canal novamente e começa o programa da Fátima Bernardes que agora é apresentado por Ana Furtado. Moça magricela, "entalada", fofa demais, risonha demais, alegre demais. Gosto não. Nada contra a moça que tem a função "tapa buraco" na emissora.
Gosto da simpatia na medida, do charme e da elegância paulistana de Dan Stulbach.
Durante o programa uma banda é chamada para cantar; Jesus!
A tal banda é uma cópia mal feita da banda Calypso e outros genéricos semelhantes e iguais em música ruim e breguice. Na boa.
Bailarinos tropeçando nos convidados, dançando os mesmos passos em todas as músicas... Me pergunto de novo: O que estão fazendo com a música brasileira?!
A tal da banda é de Recife e tem o singelo nome de Musa.
O que estão fazendo com a música do meu Nordeste? Por que não se fazem mais cantores e artistas como Zé Ramalho, Caetano, Gil, Caymmi, Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Zeca Baleiro, Bethânia, Luiz Gonzaga, Domiguinhos, Chico Science e tantos outros talentos arretados de bons?
A música brasileira transformou-se em um lixo comercial e descartável, infelizmente. Todo mundo agora é MC (eme ci), todo mundo canta Funk, todo mundo cria danças eróticas e musiquinhas de sentido explicitamente sexual.
Assisti ao Altas Horas e o cantor sertanejo Leonardo também rendeu-se ao modismo vulgar e sexual; cantou uma música horrenda, vulgar e cheia de trocadilhos.
Assisti ao ubíquo especial de fim de ano de Roberto Carlos e até que gostei: ele cantou as músicas antigas que têm letras bonitas e românticas sem ser piegas. Bons tempos aqueles. Mas como nada é perfeito, colocaram a Anita pra cantar fanhosamente ao lado dele. Precisava mesmo?
Li um artigo no qual o autor questiona a falta de novos nomes no Rock Nacional e critica os nomes atuais. Sou da boa época de Titãs, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Ultraje a Rigor, Ira e outros grupos legais.
Mas o Rock Nacional atual está muito a desejar. Gosto do Skank, mas a música que fizeram com Carlos Santana ficou parecendo música de trio elétrico no Carnaval. Nada a ver.
Acho que é por isso que as boas e velhas bandas de Rock continuam em alta e lotam os shows que fazem no país.
Algumas bandas estão relançando seus álbuns e li boas críticas no Estadão.
Li também que o Metallica fará show único, atendendo a pedidos dos fãs, em 22 de março, dia do meu aniversário. 
Bom, gosto não se discute, se lamenta e é lamentável o atual estado da música brasileira.
Volto-me para meus CDs de Zé Ramalho, Djavan e outros grandes da nossa MPB.
E ouço o bom e velho, literalmente velho, em alguns caso, Rock 'n' Roll.
Rolling Stones - mais de cinquenta anos de estrada, (1962).
ACDC - 1973.
Iron Maiden - 1975.
Metallica - 1981.
Ligar a TV e ver Anita, Naldo e a Banda Musa, não dá. Prefiro ouvir Muse (1994).
Não pretendo ofender ninguém, mas a música atual está difícil de se ouvir e digerir.
É isso.


                                          



sábado, 6 de julho de 2013

Sono

                                     


As dores de cabeça voltaram e estão há uma semana a me atormentar. Gosto de ficar na cama de manhã, de assistir aos telejornais matinais e aos programas de culinária, mas hoje não deu.
Nem para cochilar deu. O infame do vizinho tocou suas músicas horrendas em um volume ainda mais alto que o de costume. Coisa chata!
Levantei, coloquei o lixo para fora, coloquei roupas na máquina, concertei os varais, limpei o quintal dos gatos e fiz meu café forte e doce na medida.
Lá pelas onze horas comi granola com iogurte de soja e pão de aveia. Delícia.
Meu irmão Fubá passou rapidamente com a pequena Rafaela, que ficava brava com os gatos que se recusavam a atender seus chamados. Tão linda.
Fiquei zanzando pela casa, fazendo as coisas, deitando um pouco, levantando... e assim foi o dia.
Agora à noite a dor de cabeça apertou legal e tomei os medicamentos e me deitei de novo no sofá. Alice agora pegou essa manina de se deitar em cima de mim e seus cinco saudáveis quilos pesam bem. 
Tenho dormido pouco, meu sono é muito inquieto e agoniado; tenho tido sonhos fortes e intensos. Algo está por vir. 
Vou tomar meu banho noturno e tentar dormir. 
Boa noite a todos.


                                     

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Paladar

                             


Adoro cozinhar, principalmente preparar bolos, pudins, mousses e outras guloseimas engordativas.
Tenho insônia crônica que somada às dores, não deixam o mais dos sonolentos dormir.
Ligo a TV e gosto de assistir a programação culinária do canal Bem Simples, com já falei aqui. Têm muitas receitas legais e deliciosas e estou doida para fazer um pudim de coco com laranja. Se for ao mercado hoje, grande novidade, comprarei os ingredientes e farei. Preciso também fazer brigadeiro e um bolo de chocolate para as crianças.
Bom...
No programa de culinária do Bem Simples têm uns rapazes metidos a grandes chefs de cozinha que preparam umas gororobas estranhas e querem nos fazer acreditar que aquilo é um manjar dos deuses. Tá.
Para começar, e aí entra meu lado implicante e "inguinórante", peixe tem que ser cozido, frito ou assado! Comer peixe cru? O caramba!
Desculpem.
Numa receita nojenta, o rapaz com pinta de galã e metido a grande chef, bate no liquidificador pedaços crus de atum ou salmão com leite e gelatina incolor e faz daquilo um (uma?) mousse rosada que lembra mousse de goiaba. 
Mousse para mim tem que ser doce e acho estranho comer mousses salgadas e geladas. Nojento!
Talvez eu não tenha um paladar refinado, admito, mas têm certos alimentos que não como de jeito maneira jeito qualidade!
Essas comidas estranhas metidas a elegantes não combinam com meu paladar de pobre, acostumado a cuscuz com sardinha seca e rapadura de sobremesa.
Desculpa aí, de novo.
É isso.

                          
Não, obrigada.
                                  

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Culinária

                                

Adoro cozinhar, principalmente preparar guloseimas como doces, tortas, pudins, cheesecakes e afins.
Ontem mesmo fiz um bolo bem molhadinho e cremoso de chocolate e mousse de coco; minha família gulosa aprovou.
Sempre estou aprontando algo, cozinhar é uma de minhas terapias assim como meu jardim, meus gatos e meus livros.
Éramos crianças e ficávamos em casa até mamãe voltar do trabalho. Ligávamos a velha TV preto e branco e assistíamos ao Sítio do Pica Pau Amarelo, o Mundo Animal, Cosmos com o Carl Sagan, e a TV Globinho com a Paula Saldanha. Depois tinha o Globo Esporte e o Jornal Hoje, com a Leda Nagle, que sempre dizia: "Nos vemos amanhã, com certeza".
Eu gostava da voz meio rouca e forte dela e detestava o sotaque muito carregado e forçado de Leilane Neubarth, me perguntava: "Será que essa mulher não se entala com tanto "R" arranhado e "S" chiado, Oxe?!".
Enquanto passava o Jornal Hoje, fazíamos nossas tarefas o mais rápido possível para depois mudarmos de canal e assistirmos aos desenhos animados da Hanna-Barbera, nossos favoritos e meus até hoje.
Antes dos desenhos animados tinha o programa de receitas com a Etty Fraser, uma senhora simpática, gorducha e sorridente.
Eu já falei aqui, mas falo de novo.
Eu anotava as receitas e fazia as mais simples; ficavam boas.
Assistíamos depois aos desenhos animados e quase sempre saboreando algum bolo ou biscoito feitos por mim a partir das receitas de Etty Fraser.
Anos depois eu assistia à "Cozinha Maravilhosa de Ofélia" e também adorava as receitas simples, deliciosas e calóricas.
Hoje eu gosto de ver o programa Dia a Dia com o simpático Daniel Bork e alguns programas de culinária do canal Bem Simples, principalmente com a Carla Pernambuco, que tem programa também na TV Cultura.
O bom do canal Bem Simples é que as receitas são rápidas, pois não tem aquele lenga lenga desgraçado de entre e sai de gente trazendo "recadinhos". Se o programa tivesse uma hora de duração, quarenta minutos era dos malditos "recadinhos", onde se vendia de panelas a iogurteiras. Afe!
Palmirinha faz ótimas receitas e está muito melhor no Bem Simples, sem ter que parar para dar os infames "recadinhos".
Gosto das receitas da Ana Maria Braga e do Edu Guedes, mas ambos me causam sonolência e impaciência. Parece que estão dopados, lesados, chapados. Dá não.
Têm algumas moças e rapazes jovens que preparam receitas no programa culinário do Bem Simples, mas muitas das receitas me parecem estranhas e eu não comeria nem pagando. Uma moça novinha metida a experiente chef de cozinha inventa de fazer um atum grelhado. Achei que cortaria em fatias e as grelharia, mas não. Ela pegou um enorme pedaço de atum, passou em uma mistura de pimenta e temperos, colocou sobre uma chapa quente, virou de uma lado para o outro e pronto! Atum pronto em segundos. Depois ela cortou os pedaços e obviamente o peixe estava cru. Não gosto de nada cru, muito menos peixes.
Mas no geral as receitas são rápidas, fáceis e interessantes.
Assistia ao programa Todo Seu com o lindão e elegante Ronnie Von e ele entrevistou Cynthia Rachel, a atriz que fez o primeiro comercial do suco Tang e que fez a personagem Biba do Castelo Ra-Tim-Bum da TV Cultura.A atriz agora apresenta um programa de culinária na TV Gazeta e honestamente, não sei se ela convence como mestre cuca. Ela continua bonitinha e dentucinha e muito faladeira também. Desejo-lhe sucesso.
Na próxima postagem, as receitas do bolo cremoso de chocolate e do mousse de coco.
É isso.


                               
                               

sábado, 2 de junho de 2012

Frango

                                                 


Não gosto de frango, principalmente se for ensopado.
Não gosto muito de molhos, acho que é trauma do lanche aguado da escola e dos desastres culinários de papai.
Gosto de carne mais sequinha.
Mamãe cozinhava a carne e depois a fritava ou assava no forno com legumes; ficava muito bom.
Houve uma época na qual comíamos muito frango, galo, galinha, peru e tudo que tivesse asa e não fosse urubu, avião ou morcego.
Era comum em nosso bairro a compra e venda de galináceos penosos vivos; comprávamos, levávamos para casa e lá mamãe matava, depenava, limpava, preparava... Enjoamos.
Mamãe e papai diziam que o frango resfriado não tinha gosto bom, gostoso mesmo era uma "galinha viva". Brincávamos com ela e dizíamos: "Oxe, mãe, onde já se viu comer a galinha viva?".
Minha sobrinha Maria Julia era pequena e eu cantava para e com ela canções antigas, ela gostava de uma do Caymmi que dizia assim:
Minha jangada vai sair pro mar
vou trabalhar
meu bem querer
Se Deus quiser quando eu voltar do mar
um peixe bom
eu vou trazer...
Maria Julia tinha sua própria versão para a música: "...Se Deus quiser quando eu voltar do mar um franguinho eu vou trazer..."




                                      

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Bolinhos

                                               

Meio da tarde e dá aquela fominha, aquela vontade de comer uma coisinha, uma besteirinha, como diz meu irmão Rogério.
Eu sempre gostei de assistir a programas de culinária e tentava fazer as receitas; algumas delas, as mais simples.
Não tinha muita coisa disponível na despensa e eu improvisava com o que tinha: farinha de trigo, ovos, açúcar, sal, leite e fermento.
Eu fazia uma massa mais doce e depois polvilhava com açúcar os bolinhos fritos e fazia outra massa salgada para os bolinhos salgados de Mãevelha. Ela comia dos dois, mas dizia preferir os salgados.
Para acompanhar os bolinhos eu preparava chá Matte Leão e o fazia bem docinho.
O lanche da tarde estava pronto: chá com bolinhos doces e salgados.
Li em algum lugar que a felicidade está nas pequenas coisas; a felicidade é encontrada pelo caminho e não no fim deste.
Era bom ver meus irmãos, Mãevelha e até a bicharada se deliciando com meus bolinhos.
É isso.


                                           
                       
                                                  


                                          



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Artes Culinárias e Sonolência

                                                                      


Adoro artes, principalmente a culinária.
Cozinhar é uma arte, é alquimia.
Cozinhar é combinar sabores, cheiros, cores, doces, salgados, azedos, suaves...
Gosto mais de preparar doces, bolos e guloseimas, já mamãe era ótima para temperar carnes. Minha irmã Rosi puxou à mamãe.
Gosto também de assistir a programas de receitas, mas têm uns que cansam e me dão sono: são os programas da Ana Maria Braga e o Hoje Em Dia com o lento, repetitivo, desligado e sem sal Edu Guedes.
Pelo amor de Deus!
Ana Maria Braga fala como se estivesse com a mandíbula travada ou sob efeito de calmantes; ou os dois.
Edu Guedes é lento e repetitivo, parece procurar as palavras, pensar para depois falar, muito demorado. 
Não dá.
É isso.